segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013




Nesta semana, a primeira do mês de fevereiro deste ano de 2013, resolvi escrever, mas diferente. Acostumado a fazer reflexões sobre livros de filosofia, teologia ou de ciências da religião, resolvi desafiar-me a refletir em algo que não estou acostumado a fazer. Pensar sobre uma poesia.
Prestigiei uma canção, uma canção que como poesia é simplesmente bela. Uma canção que reflete bem próximo aquilo que elaboro como teologia para minha vida e minha família. 
Ao ler as Escrituras, percebo que de fato a canção consegue expressar nossa finitude, expressar aquilo que prego e ensino ao máximo de pessoas que posso alcançar: "O fato de que não temos a liberdade que queremos acreditar que temos.

E graças a Deus que não somos tão livres como pensamos. 
Que bom que decidimos tão pouco sobre nossos caminhos.

O livre arbítrio na forma com ecoa aos nossos ouvidos por parte de alguns,  é pura balela, tornaria-se algo como se pudéssemos enfrentar e desafiar a vontade de Deus, esta seria a forma mais ridícula de liberdade.
Ou somos escravos de nossas vontades, humanidades e carnalidades e com isto nos rendemos aos reinos da terra, da cobiça, da inveja e da avareza, ou resolvemos ser escravos de uma outra vontade, a de Deus.
É isto mesmo, que você leu, aquilo que afirmei: O ser humano não é um ser livre, como queremos, tal liberdade é fruto de nosso desejo carnal, de tentarmos nos convencemos de que podemos contrariar a vontade soberana de Deus.

Tal absurdo e loucura de sermos livres somente nos levaria a escravidão de nossas próprias vontades e  desejos. 
A única escolha que podemos fazer,  é a de sermos escravos de um Senhor melhor, Jesus Cristo, Aquele que nos  convida a levar um fardo e julgo menos pesado e menos fadigoso do que o que carregamos neste mundo (Mateus 11:28-29).

Este é o Senhor da minha vida! Não faço nenhuma questão de ser livre, completamente livre como alguns querem.

Prefiro ser escravo de Jesus Cristo, pois tenho certeza de que o seu Senhorio é sempre o melhor para minha vida, e que se realmente pudesse gozar de uma liberdade plena, repetiria os mesmos erros de meu Pai, o primeiro Adão. 
Quero gozar  a feliz escolha de Deus, de uma vida de escravidão pra mim, cujo senhorio é Jesus Cristo Senhor!!
Sou feliz por ter sido fruto de sua Eleição e de eu não ter podido fazer uma escolha tão livre assim!!!
(I Pedro capítulo 2)
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Senhor, eu nasci pra te chamar de Deus
Eu nasci pra te chamar de Pai e andar do Seu lado
Senhor desde o ventre da minha mãe,
Eu sou povo exclusivo seu,
Eu sou abençoado se vivo obediente.
Mas todo dia o pecado vêm, me chama
Todo dia as propostas vêm, me chamam
Todo dia vêm as tentações, me chamam
Todo dia o pecado vêm
Mas eu escolho Deus,
Eu escolho ser amigo de Deus
Eu escolho Cristo todo dia,
Já morri pra minha vida e agora eu vivo a vida de Deus
Senhor, eu nasci pra te chamar de amor
Eu nasci pra te chamar de pai e andar do seu lado
Senhor desde o ventre da minha mãe,
Eu sou povo exclusivo Seu,
Eu sou abençoado se vivo obediente
Mas todo dia o pecado vêm, me chama
Todo dia vêm as tentações, me chamam
Todo dia as propostas vêm, me chamam
Todo dia o pecado vêm
Mas eu escolho Deus,
Eu escolho ser amigo de Deus
Eu escolho Cristo todo dia,
Já morri pra minha vida e agora eu vivo a vida de Deus
(Composição e Música de Talles Roberto)

Tudo posso naquele que me fortalece (Fp. 4:13).

"Tudo posso naquele que me fortalece", ao contrário da tônica triunfalista empregada por diversos setores evangélicos, representa na verdade uma das maiores expressões de contentamento do Apóstolo Paulo.
Antes de Paulo ancorar esta expressão em sua carta, ele afirma ter aprendido o sofrimento, e tal expressão "posso todas as coisas", significa um contínuo aprendizado que o apóstolo alcançou contido de uma capacidade de suportar o sofrimento, tudo isto pela graça do Senhor Jesus Cristo em sua vida.
Talvez tenhamos que aprender a nos contentar um pouco mais com o que temos no mundo em que vivemos, relendo palavras como estas do apóstolo Paulo.

Alexandre da Silva Chaves

Alexandre da Silva Chaves