<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1906175213635147875</id><updated>2012-02-05T00:02:26.498-02:00</updated><title type='text'>Pastor Alexandre Chaves</title><subtitle type='html'>A proposta deste blog é discutir temáticas relacionadas a fé, a construção de um pensamento cristão e da re lação &amp;quot;Igreja &amp;amp; Cultura&amp;quot;, sempre sob uma perspectiva interdisciplinar apoiada nas ciências  &amp;quot;Teologia, Filosofia e Ciência da Religião&amp;quot;; e portanto, ancorada numa perspectiva que engloba as diferentes vertentes da crítica ao pensamento Cristão!</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1906175213635147875/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Alexandre Chaves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10679415574057997154</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_DQ7N3A0Qt24/TRxmRdF3NEI/AAAAAAAAAJs/oYN-T7DCQLY/S220/DSC03679.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>14</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1906175213635147875.post-198279901514125209</id><published>2011-12-22T19:53:00.001-02:00</published><updated>2011-12-22T20:11:13.542-02:00</updated><title type='text'>Reflexão acerca da gratidão aos amigos em relação a defesa dos ideais ético-cristao!</title><content type='html'>&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Não poderia começar de modo diferente, então vamos começar assim:&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;"Bendize a minha alma ao Senhor, e tudo que há em mim bendize ao seu Santo nome" - Sl. 103.1&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Meus sinceros agradecimentos aos meus amigos, principalmente àqueles que comigo conviveram de modo o mais próximo possível. Foi um ano incrível, descobri em meio aos momentos mais difíceis de minha vida a profundidade da amizade de muitos, nem todos demonstraram tanta profundidade assim é claro (rsrsrs!!!).&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Os momentos de aflições foram demais intenso, mas a minha consolação veio por meio de Cristo Jesus (II Cor. 1:5-7). Dificuldades, dores, temores surgiram, mesmo assim não faltaram razões para as atitudes de zelo e de coragem. Tudo isso me fez voltar as palavras de Paulo: "Mas, se somos atribulados, é para a vossa consolação e salvação, a qual se opera suportando com paciência as mesmas aflições que nós também padecemos" (II Corintios 1:6).&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Nestes últimos dois anos, em especial neste ano de 2011, foram tempos de dedicação à defesa de ideais, de defesa de uma conduta ética dentro das instituições (em meu caso me refiro as igrejas); também de defesa de um ministério objetivo e honesto (conduta ética de nossos líderes de igrejas). Trabalhamos duro nisto, disse no plural, pois não foi sozinho que nasceram as conquistas. Pessoas surgiram como muralhas, jamais imaginei que tantas pessoas pudessem lutar por uma causa que nos leve a tantos "prejuízos pessoais" neste mundo, que quer dizer o &lt;i&gt;martírio&lt;/i&gt;, em outras palavras. Queri dizer que quando lutamos pelos princípios de Deus, não teremos muito tempo para as nossas conquistas e vaidades pessoais.&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Assim como o apóstolo Paulo, uma vez mais reproduzo suas palavras: "nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus, antes falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus na presença de Deus" (II Cor. 2:17). &lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Alguns realmente tentaram viver em coerência com os ideais de uma vida pragmática e utilitária, de uma conduta fácil, que preservasse os interesses individuais em detrimento dos ideais. O velho teólogo Paul Tillch continua novo e atual, veja se novamente não é o resgate da antiga luta entre a essência e a existência.&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Muitas foram as expectativas, nem todas as respostas nos favoreceram; alguns que pensávamos serem amigos, que defendiam os princípios pelos quais lutávamos, na verdade remavam contra eles. Mas não fomos tomados de sobressaltos, pois Deus nos deu graças, para identificarmos os tais e assim honestamente os revelar. Ainda, ancorando minhas idéias no Apóstolo Paulo ouça a sua advertência, ainda no I século da era cristã: Paulo afirmava que alguns se perderam passando rapidamente daquele que os haviam chamado à Graça de Cristo para outro tipo de evangelho (Gl. 1:6).&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Observei isso ocorrer por diversas vezes em nosso meio, até mesmo entre aqueles que lideram o rebanho, cada vez mais abandonando princípios rudimentares do evangelho e se embrenhando cada dia mais nas trevas densas do próprio coração. &lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Líderes que não conseguem mais pautarem suas ações e caminhos num discernimento coerente e equilibrado entre as Escrituras e o Espírito Santo; antes seguem apenas, mais uma vez afirmo com tristeza, aos próprios interesses.&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Jesus nos alertou quanto a isso (Mt. 7:16), nos disse que pelos frutos conheceríamos tais pessoas, na verdade, isto quer dizer que por suas ações, comportamentos etc.., e não há desculpa de não conhecermos quem são esses tais falsos profetas, que vivem no meio do próprio rebanho. Não me assusto com esse tipo de comportamento, que denomino de anátema entre cristãos genuínos, somente me assusto de reconhecer tais comportamentos naqueles que menos espero vê-los em tais condições; sejam eles jovens ou velhos obreiros, que, contudo, abriram mão de seus ideais nos quais um dia acreditaram – questões que foram fundamentais às suas vidas e ao crescimento de seus ministérios. Inclusive baseavam tudo antes afirmado nas Escrituras, situações que se tornaram partes de suas trajetórias&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;Contudo, nessas trajetórias, alguns se corromperam em troca de benesses, "benefícios" que pouco-a-pouco tornaram a &lt;i&gt;Graça custosa&lt;/i&gt; que um dia acreditaram (Bonhoeffer), em &lt;i&gt;graça barata&lt;/i&gt;, sem valor de vida, e paradoxalmente, em seus comportamentos negam o passado e a interpretação que um dia fizeram das Escrituras.&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;A Graça que conheço nas Escrituras é a&amp;nbsp;&lt;i&gt;Graça Cara&lt;/i&gt;, aquela que custou sangue, custou a vida de alguém. A &lt;i&gt;graça barata&lt;/i&gt; não requer um compromisso que seja capaz de perder, mas somente de ganhar nesta vida. É o que faz por exemplo a teologia da prosperidade com a igreja brasileira, tornando-a uma igreja fraca e incapaz de refletir sobre o "sofrer", ou mesmo de aceitar sofrimento. Esta, se torna uma igreja que não consegue produzir uma teodicéia; o crente que sofre, de acordo com esta doutrina da &lt;i&gt;graça barata&lt;/i&gt;, tem "encosto ou demônio", ou ainda "não está liberto", ou talvez não esteja “pagando com fidelidade devida” seus dízimos e ofertas a sua igreja!!! &lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: center;"&gt;Será?&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Na verdade, não foi sem tristeza, mas com amor que empreendi tal esforço, tentando ajudar alguns a não se corromperem com esse tipo de pensamento; pensamento leviano, que infelizmente penetra na igreja como fermento numa massa de ao forno. Valeria à pena, caso fosse propósito e houvesse espaço, uma análise sócio-teológica da modernidade e de como ela afeta as relações entre as pessoas, e invocar para este debate o sociólogo polonês Zigmunt Bauman em sua obra "O amor liquido". Observaríamos, o quanto neste século, nossas relações com o próximo e com Deus se tornaram fluídas, rápidas, passageiras e sem compromisso algum, &amp;nbsp;sem profundidade. Tais circunstâncias revelam &lt;i&gt;as fragilidades&lt;/i&gt;&amp;nbsp;dessas relações que temos tentado construir, ora com Deus - ora com o nosso próximo.&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Nisto, jamais poderia deixar de agradecer a minha família, a minha esposa professora Andréia, companheira sempre fiel e a minha filha Andressa, paciente e disposta o tempo todo. São as duas maiores lições vivas o tempo todo, bússolas de minha vida!&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;A congregação da Assembleia de Deus do Jardim Rosa mereceria uma nota a parte sobre a questão do ser ético, mas não os deixaria de fora dessa nota mais geral, jamais. Foram eles juntamente com a minha família os maiores motivos, de ter continuado a acreditar que as pessoas devem lutar de modo ético, por um ideal e crença fundamentada num Deus transcendente que se manifesta imanente entre nós, por meio de cada irmão e irmã, servos e servas.&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Aliás, aprendi com os filhos do Reino de Deus, que o primeiro modo de Deus se manifestar é por meio do pobre, daquele que chora, do manso, do injustiçado desamparado, do próximo misericordioso, dos limpos de coração como crianças, dos pacificadores capazes de dar outra face, dos que sofrem por causa da justiça, dos injuriados e perseguidos pelos princípios de Jesus Cristo.&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;E, além disto, por ser um tempo de comemoração do nascimento de Jesus Cristo o filho de Deus, o que posso falar desse sentimento de ser&amp;nbsp;&lt;i&gt;condicionado&lt;/i&gt;? Pois é isto que nutro dentro de mim todos os dias, tentando compreender como é que o &lt;i&gt;ser incondicionado&lt;/i&gt; habita em mim, &lt;i&gt;ser condicionado&lt;/i&gt;! &lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Se Jesus Cristo sendo Deus &lt;i&gt;incondicionado&lt;/i&gt;, pode habitar na humanidade, como posso compreendê-lo habitando em mim???&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;O &lt;i&gt;incondicionado&lt;/i&gt; se manifesta em nossa própria cultura. Tenho observado isto nas Artes, na Música, na Educação, na Filosofia, na Teologia, etc.. tenho assistido todos os dias o &lt;i&gt;manifesto comunista&lt;/i&gt; de Deus aos homens. &lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Ele é o Deus que divide a sua essência e existência conosco, nos convidando a fazer o mesmo com o próximo, se revelando por meio da própria cultura. Ele não nos deixa "ser deus", mas nos revela como é "ser Deus". Ele se revela no paradoxo de nossa cultura ao nos confrontar a essência do "EU" com a existência do "OUTRO"; do fraco com o forte, do pobre com o rico, do desonesto com o honesto, do justo com o injusto entre outros exemplos.&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;À Deus, a família, a Igreja do Jardim Rosas meu muito obrigado pelos momentos intensos; encerro a minha participação na direção da Igreja Assembleia de Deus ministério do belém no Jardim Rosas em Francisco Morato com as mesmas palavras que li quando assumi pastorear aquele rebanho há cerca de dois anos: "Ainda que eu falasse as línguas dos anjos, e não tivesse amor, seria como metal que soa ou como o sino que tine" (I Cor. 13:1)&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Alexandre da Silva Chaves&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;___________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;BONHOEFFER. Dietrich. &lt;i&gt;Discipulado&lt;/i&gt;. São Leopoldo: Sinodal, 2000.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;TILLICH, Paul. &lt;i&gt;Amor, poder e justiça&lt;/i&gt;. São Paulo: Novo Século, 2004.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Padro" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;BAUMAN, Zigmunt. &lt;i&gt;Amor líquido&lt;/i&gt;. Rio de Janeiro: Zahar, 2004.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1906175213635147875-198279901514125209?l=pastoralexandrechaves.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/feeds/198279901514125209/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/2011/12/reflexao-acerca-da-gratidao-aos-amigos.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1906175213635147875/posts/default/198279901514125209'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1906175213635147875/posts/default/198279901514125209'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/2011/12/reflexao-acerca-da-gratidao-aos-amigos.html' title='Reflexão acerca da gratidão aos amigos em relação a defesa dos ideais ético-cristao!'/><author><name>Alexandre Chaves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10679415574057997154</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_DQ7N3A0Qt24/TRxmRdF3NEI/AAAAAAAAAJs/oYN-T7DCQLY/S220/DSC03679.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1906175213635147875.post-8677053568632381169</id><published>2011-11-20T16:58:00.000-02:00</published><updated>2011-11-20T16:58:28.434-02:00</updated><title type='text'>NÃO DEVEMOS JULGAR!? COMO SE LÊ ISTO NAS ESCRITURAS?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O blogueiro Ruy Marinho escreveu uma excelente crítica,&amp;nbsp;de forma bem humorada, acerca daqueles que não suportam a crítica, e por essa razão fazem uma mal exgese da bíblia utilizando-se das palavras de Jesus: "Não julgueis." Por essa razão observemos uma melhor interpretação, pois o que mais se vê nestes “últimos dias” são heresias pregadas em muitas igrejas por aí. A cada dia ficamos mais indignados com tamanha distorção Bíblica, o Evangelho genuíno está sendo deixado de lado e sendo trocado por uma “teologia popular” voltada ao misticismo, aos modismos, as falsificações bíblicas e fetiches populares.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A palavra de Deus em sua essência está sendo trocada por modismos, por hierarquias eclesiásticas, por dinheiro e por interesses particulares destes "super crentes" (leiam o livro do Pr. Paulo Romeiro chmado de "Super-crentes). São tantos "shofás proféticos" que não aguento mais tanta barulheira. É tanto "mantra gospel" que meus ouvidos já estão estourando, é tanto ré-plé-plé que meu senso de racionalidade clama por socorro! Quebra de maldições hereditárias onde o crente nunca se converte de verdade, seções de descarrego, sabonetes de arruda, rosa ungida, sal grosso... É tanto "copo d'agua consagrado" que dá até vontade de ir ao banheiro. Unções especiais, urros, gritos, histerias, regressões, encontros tremendos, etc.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Diante de tudo isso, muitos Cristãos infelizmente tem se calado, pois existe um conceito errado de que não devemos julgar nada, que não é o nosso papel estar julgando o que ocorre com estas pessoas, principalmente se vamos falar de algum “líder” que esteja em um comportamento que vai contra as escrituras.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Resumindo, querem nos calar mesmo! Já não bastasse a perseguição contra os Cristãos que hoje em dia ocorre em muitos lugares no mundo, inclusive no Brasil, ainda temos que aguentar a distorção bíblica de que jamais deveremos abrir a boca de pastor x, apóstolo y, pois são os "ungidos de Deus". Nestes ninguém fala, até Davi foi repreendido pelo profeta Natan, mas estes líderes contemporâneos não podem ser repreendidos por algum erro ou heresia. É proibido pensar, é proibido julgar! Muitas mentes estão sendo cauterizadas por esta "nova doutrina".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Existem algumas passagens Bíblicas que muitos Cristãos têm interpretado erroneamente a respeito de julgamento. Meu compromisso nesta postagem é desmistificar e esclarecer ao Povo de Deus de que não devemos nos calar jamais, pelo contrário, devemos por obrigação exortar e lutar pelo Evangelho genuíno de Cristo, afinal, quem ama luta pela verdade, pois "O amor não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade". (1 Co 13:6).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Não julgueis, para que não sejais julgados.” Mateus 7:1&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em primeiro lugar deixo claro que aqui JESUS claramente proíbe o julgamento. Mas a grande questão é se JESUS proíbe qualquer julgamento ou somente certo tipo de julgamento. O versículo 1 por si mesmo não nos dá uma resposta para esta pergunta. Por isso temos que aplicar uma regra fundamental para poder interpretar a Bíblia. Analisar sempre o contexto da passagem citada para poder saber de que se trata a mesma, pois sabemos que texto fora de contexto é um pré-texto para formar até mesmo uma heresia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para sabermos de que tipo de Julgamento JESUS proibiu nesta passagem vamos analisar o contexto:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados; e, com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também. Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio? Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu? Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás claramente para tirar o argueiro do olho de teu irmão” Mt 7:2-5&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Analisando o contexto podemos ver claramente que JESUS proíbe especificamente o “julgamento hipócrita”. Jesus diz aos judeus no versículo 1 que eles não devem julgar. No versículo 2, ele dá a razão pela qual eles não devem julgar: o padrão que eles usam para julgar os outros será o mesmo padrão que os outros usarão para julgá-los. Eles não devem ignorar seus próprios pecados, enquanto condenando os mesmos pecados nos outros. Fazer isto é julgar com um “padrão Duplo”, ou seja, julgar hipocritamente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não é hipócrita condenar o irmão por uma pequena falta, ou mesmo tentar ajudá-lo a sobrepujá-la, quando você mesmo é culpado de uma falta maior? Esta é a grande questão que JESUS estava colocando diante do povo nesta passagem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Note que o pecado dos dois pecadores (a pessoa e seu irmão) é o mesmo em dois respeitos. Primeiro, é o mesmo em natureza: em ambos os casos um pedaço de madeira estava no olho da pessoa. Segundo, ambos estão atualmente pecando: o pedaço de madeira estava no olho deles naquele momento. A diferença entre as suas faltas é somente uma de tamanho: um pedaço é pequeno, e o outro é grande. É hipocrisia alguém cujo pecado é maior condenar alguém cujo pecado é menor, sendo em ambos os casos o mesmo tipo de pecado (vs 5). Em outras palavras, uma mulher que está abortando um feto de oito meses não está na posição de repreender um homem que mata um caixa de banco, e o homossexual não está na posição de criticar infidelidades num casamento homossexual!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mateus 7:1, de acordo com o seu contexto, não proíbe todo julgamento e intolerância, mas somente o julgamento e intolerância hipócrita. De fato, ele requer de nós que, após nos arrependermos dos nossos próprios pecados, condenemos o pecado do irmão como pecado, e ajudemo-lo a se voltar dele.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“tira primeiro a trave do teu olho”, diz Jesus, “e então, verás claramente para tirar o argueiro do olho de teu irmão”. Mt 7:5&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Jesus ordena uma intolerância genuína, e não hipócrita, do pecado que o irmão comete. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outra passagem bastante utilizada é João 8:7-11. O contexto é a história da mulher que foi pega no próprio ato de adultério e trazida a Jesus pelos escribas e fariseus. No versículo 7, Jesus diz aos escribas e fariseus: “Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra”. No versículo 11 ele fala para a mulher: “Nem eu tampouco te condeno; vai e não peques mais”. Os defensores da tolerância usam estas palavras para argumentar que ninguém deveria condenar outras pessoas, pois não é melhor que elas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entendamos por ora que, quando alguém julga, ela dá um veredicto: Culpado ou inocente. Após ser julgada, a pessoa é sentenciada: A pessoa culpada é condenada (sentenciada ao castigo) e a inocente é liberta. O ponto é que julgar e condenar são duas coisas distintas, relacionadas, mas não idênticas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tendo isso em mente, note que Jesus de fato julga esta mulher, mas não a condena. Ao dizer-lhe “vai e não peques mais”, Jesus indica que ela tinha pecado. Em si mesma, a acusação dos fariseus estava correta, e Jesus julgou o pecado como sendo pecado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Isto mostra intolerância pela ação pecaminosa! Seguindo o exemplo de Jesus, devemos dizer aos pecadores que mostrem arrependimento genuíno não mais cometendo pecado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Embora Jesus tenha julgado a mulher, ele não a condenou. Ela pode ir embora: ela não foi executada. O evangelho para o pecador penitente é:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Portanto, agora, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.”Rm 8:1 &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta é a mensagem que Jesus dá à mulher; o próprio Jesus foi condenado por ela! Ele suportou o castigo que lhe era devido, para que ela pudesse ser livre!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;A resposta de Jesus aos fariseus expõe o julgamento hipócrita deles no assunto (o propósito primário deles, certamente, não tinha nada a ver com a mulher; era pegar Jesus em suas próprias palavras. Todavia, Jesus sabia que os fariseus se orgulhavam da justiça própria deles, e respondeu à luz deste fato).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os fariseus, Jesus Recorda-os, também eram culpados de pecado, e especificamente de adultério, quer físico ou no coração. Porque também não eram livres de pecado, também eram dignos de morte como ela. Assim, ao desejar saber que julgamento ela deveria ter recebido, eles revelaram sua própria hipocrisia e motivação errônea. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;João 8:7 e 11 nos ensinam como tratar os que pecam. O versículo 11 diz que devemos desejar o arrependimento do pecador; o versículo 7 nos ensina que não devemos fazer isso hipocritamente, nem com motivos errôneos ou de uma maneira imprópria. Contudo, a passagem não quer dizer que nunca devemos considerar as pessoas responsáveis por seus pecados (isto é, julgar o pecado como sendo pecado).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora gostaria de colocar as passagens Bíblicas que nos ordenam julgar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;João 7:24 “Não julgueis segundo a aparência, e sim pela reta justiça”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outras passagens na Escritura nos ordenam positivamente a julgar. Uma passagem que nos diz isso claramente é esta citada acima. Ela se encontra no contexto da discussão de Jesus com os judeus que questionaram sua doutrina, e tinham-no acusado de ter um diabo (Jo 7:20) e de quebrar o dia do Sábado curando um homem (Jo 5:1-16). A eles Jesus diz: “Não julgueis segundo a aparência, e sim pela reta justiça”. Ao dizer “não julgueis”, Jesus não pretende proibir o julgamento como tal, mas proibir certo tipo de julgamento, como a parte positiva deste versículo deixa claro. Podemos julgar, mas quando o fizermos, devemos julgar justamente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O julgamento exterior e superficial – isto é, julgar simplesmente sobre base do que parece ser o caso, sem conhecer todos os fatos – é um julgamento imprudente, injusto e sem discernimento, que é contrário ao nono mandamento da lei de Deus. Deus odeia tal julgamento. O Julgamento justo é feito usando a lei de Deus como o padrão pelo qual discernimos se o que parece ser é o caso é realmente o caso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1 Co 5&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1 Coríntios 5 é um capítulo importante com respeito ao dever positivo de julgar. Primeiro, no versículo 3 Paulo declara, sob a inspiração do Espírito, que ele tinha julgado um membro da igreja em Corinto que estava vivendo no pecado da fornicação. Seu julgamento foi “seja entregue [tal pessoa] a Satanás para destruição da carne, para que o espírito seja salvo no Dia do Senhor Jesus”. Este é um julgamento ousado da sua parte.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo, nos versículos 9-13, Paulo lembra aos santos do seu dever de julgar as pessoas que estão dentro da igreja, quanto ao fato destes estarem, ou não, obedecendo a lei de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aqueles que alegam ser cristãos e são membros da igreja, mas que são julgados como sendo impenitentemente desobedientes a qualquer mandamento da lei de Deus (vs 9-10), devem ser excluídos da comunhão da Igreja. Paulo, sob a inspiração do Espírito, diz para a igreja não tolerar pecadores impertinentes!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outras passagens&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outras passagens também indicam que é nossa responsabilidade julgar. Jesus pergunta às pessoas em Lucas 12:57: “E por que não julgais também por vós mesmos o que é justo?”. Jesus repreende os escribas e fariseus em Mateus 23:23 e Lucas 11:23, dizendo: “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Pois que dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém fazer essas coisas e não omitir aquelas”. Era o dever deles, de acordo com a lei, julgar – mas eles tinham falhado neste dever. Paulo orou para que o amor dos irmãos filipenses “aumentasse mais e mais em pleno conhecimento e toda a percepção”. (Fl 1:9). Ele diz aos de Corintos: “Falo como a criteriosos; julgai vós mesmos o que digo”. (1 Co 1:15).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os cristãos são solicitados a examinar tudo e reter o bem (1 Ts 5:21). Eles também são obrigados a provar se os espíritos são de Deus: "Irmãos, não deis crédito a qualquer espírito; antes, provai os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas tem saído pelo mundo afora." (1 Jo 4:1)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Mesmo nas reuniões cristãs eles devem "julgar" o que ouvem: "Tratando-se de profetas, falem apenas dois ou três, e os outros julguem." (1 Co 14:29).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Os Crentes de Corinto receberam ordens para julgar imediatamente a imoralidade existente entre os seus membros (1 Co 5:1-8). Mesmo o estrangeiro de passagem não deve ser hospedado se for verificado que não se trata de uma pessoa alicerçada na verdadeira fé (2 Jo 10,11). E um anátema (maldição) deve ser proferido contra aqueles que apresentarem um tipo diferente de evangelho (Gl 1:9).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Conclusão&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Algumas passagens da Escritura parecem proibir o julgamento, enquanto outras claramente exigem isso. Estudando os contextos daquelas que parecem proibir o julgamento, descobrimos que o que é proibido não é realmente o julgamento em si, mas sim um tipo errôneo de julgamento. Deus odeia o julgamento hipócrita! Mas Deus ama o julgamento justo da parte dos seus filhos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Portanto, é dever de todo Cristão julgar!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Irmãos, se alguém for surpreendido nalguma falta, vós, que sois espirituais, corrigi-o com espírito de brandura; e guarda-te para que não sejas também tentado.” Gl 6:1&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda longanimidade e doutrina. Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina, pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se a fábulas.” 2 Tm 4:2-3&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1906175213635147875-8677053568632381169?l=pastoralexandrechaves.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/feeds/8677053568632381169/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/2011/11/nao-devemos-julgar-como-se-le-isto-nas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1906175213635147875/posts/default/8677053568632381169'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1906175213635147875/posts/default/8677053568632381169'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/2011/11/nao-devemos-julgar-como-se-le-isto-nas.html' title='NÃO DEVEMOS JULGAR!? COMO SE LÊ ISTO NAS ESCRITURAS?'/><author><name>Alexandre Chaves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10679415574057997154</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_DQ7N3A0Qt24/TRxmRdF3NEI/AAAAAAAAAJs/oYN-T7DCQLY/S220/DSC03679.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1906175213635147875.post-7263265536350847986</id><published>2011-10-29T16:37:00.000-02:00</published><updated>2011-11-17T17:47:52.859-02:00</updated><title type='text'>Teologia Bíblica: "Jesus Cristo em Paulo: uma abordagem sintética da cristologia paulina"</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_DQ7N3A0Qt24/SlZgjjLXgqI/AAAAAAAAAGc/65fXnnmhi3M/s1600-h/PICT0034.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356574970658390690" src="http://2.bp.blogspot.com/_DQ7N3A0Qt24/SlZgjjLXgqI/AAAAAAAAAGc/65fXnnmhi3M/s320/PICT0034.JPG" style="cursor: hand; float: right; height: 240px; margin: 0px 0px 10px 10px; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O que Saulo como estudioso da lei, no entanto não convertido ao Evangelho difere de Paulo o Apóstolo do Evangelho é a sua maneira como compreende Cristo Jesus; em seu olhar e compreensão, se apresenta totalmente diferente, isto entre o antes e o depois de sua conversão (LADD, 2001, p. 383).&lt;br /&gt;Paulo desenvolve um conceito de Christos &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1906175213635147875#_edn1" name="_ednref1" style="mso-endnote-id: edn1;" title=""&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;[i]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt; posterior aos evangelhos, nos evangelhos Christos é um título, enquanto que na teologia paulina ele é um nome própria, descreve uma pessoa, suas atribuições, seu caráter, sua vivacidade. Taylor apud in Ladd, acredita que apenas uma vez Paulo cita Christos como um título, em Rm. 9: 5; outros teólogos acreditam que a designação de título caiba nos textos de Rm. 10: 6; 1Cor. 10: 4; 15: 22; 2Cor. 4: 4; 5: 10. No entanto, a maior parte das vezes permanece como quase consenso, ser designação de nome próprio.&lt;br /&gt;Morris concorda com a interpretação de Vincent Taylor, sobre a maneira como Paulo emprega a terminologia Christo, seu significado e a sua relação com Jesus; Paulo é quem mais usa o termo Christo; o autor ainda cita que aparece em todo o no Novo Testamento são 529 ocorrências sendo que 379 se encontram nos escritos paulinos, isto representa cerca de 72% (2003, p. 48). Para Ladd, o fato de Paulo não se referir freqüentemente a Jesus como Messias não diminui a importância desta doutrina, haja vista que Paulo o reconhece primeiramente no próprio processo de conversão, assim como ao longo de seus escritos Jesus retém as funções de Messias, p. ex.: A sua vinda é interpretada na história da redenção de Israel, dos pactos, da lei, das promessas (Rm. 9: 5); sua vinda cumpre as promessas feitas pelos profetas (Rm. 1: 2); sua missão é cumprida de acordo com as Escrituras (1Cor. 15: 3); é preservado em Jesus as funções do esperado redentor escatológico e ainda aparecerá em glória e estabelecerá o seu reino (2Tm. 4: 1; 2Tss. 1: 5); será o juiz dos homens (2Cor. 5: 10), Ele destruirá os injustos (2Tss. 2: 8). Ainda que sua missão primeira seja estabelecer o reino de Deus no mundo. Riderboos afirma que somente é possível abordar a estrutura fundamental da pregação de Paulo a partir de sua cristologia (2004, p51).&lt;br /&gt;Provavelmente, pelo fato de Paulo não ter empregado o termo messias com a finalidade de defendê-lo diante dos leitores, mas de tê-lo utilizado como nome próprio, indica que o seu uso comum revelava a aceitação de seu caráter messiânico pelos seus ouvintes. Jesus, quando Paulo escreveu suas cartas, possivelmente não era contestado como messias pelo seu público; como afirma James Dunn:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;(...) a afirmação cristã segundo a qual Jesus era Messias não era mais controvérsia. Paulo não tinha mais necessidade de argumentar que Jesus era de fato o Messias davídico de Israel esperado há muito tempo (DUNN, James D. G., 2003, p. 240).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Paulo somente pode ser explicado à luz do advento de Cristo. Paulo, embora fale muito pouco sobre o tema ‘Reino de Deus’ ele é fundamental em sua teologia, bem como o caráter messiânico de Jesus; ele retrata a inteira missão de Jesus em termos de seu Reino, fazendo isto ele associa o Reino de Deus com a ressurreição e a salvação. “O Reino de Cristo como o Messias começou com sua ressurreição. Estará concluído apenas quando ele ‘haja posto todos inimigos debaixo de seus pés’ (1Cor. 15: 25) (LADD, 2001, p.384)”. O Reino de Deus é salvação escatológica, mas também é uma bênção presente, Cristo liberta homens do reino das trevas para o seu Reino no presnte (Cl. 1: 13). Para Riderboos no pensamento paulino ocorre à mescla de duas eras, ou seja, ‘a era futura irrompia na era do presente’ e quando ele fala do gemer da criação e da Igreja do mundo presente, isto se trata não de uma redução, mas de uma confirmação da redenção vindoura (Rm. 8: 13). Portanto Paulo não prega uma tensão entre presente e futuro no Reino, antes uma imersão do futuro no presente, por isso ele utiliza termos escatológicos tanto no presente como no futuro, nos ocasionando a chamada tensão do “já-agora e ainda-não” do Reino de Cristo. O Apóstolo não prega em termos de ‘eras’, para ele o futuro invade o presente na história da salvação, nós é que pensamos presente e futuro como ambigüidades.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;A revelação de Jesus Cristo como o Messias prometido por Deus a Israel determina e cria a consciência histórica e o pensamento escatológico de Paulo e não o contrário. Quem Cristo é e o que ele faz, qual é a relação entre o tempo da salvação que teve início com ele e o futuro que ainda deve ser esperado, nada disso é determinado por pressuposições teológico-escatológicas, mas apenas coletado pelo apóstolo da maneira inesperada e irrestível pela qual Deus, em Jesus Cristo, cumpriu e irá cumprir a promessa redentora (RIDERBOOS, Herman,2004, p.55).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Outro aspecto importante de Jesus Cristo em Paulo é a sua humanidade. Embora Paulo não faça muita referência acerca da vida terrena de Jesus, ele diz mais do que certamente pensamos acerca da humanidade do Jesus Homem. Diz-nos que Jesus é homem (1Cor. 15:21), nascido de uma mulher (Gl. 4: 4), descendente de Davi (Rm 1: 3) e pobre, apesar de sua linhagem real (2Cor. 8: 9). Tinha irmãos (1Cor. 9: 5), (MORRIS, 2003, p. 50). Jesus era manso e benigno e obediente ao Pai (2Cor. 10: 1; Fp. 2: 8). Foi morto (1Tss. 2: 15), pelo método da crucificação (Gl. 6: 14), foi sepultado e ressuscitado depois de três dias (1Cor. 15: 4).&lt;br /&gt;Paulo fala de Cristo com o último Adão (1Cor. 15-45-47), para Shedd na teologia paulina, a desgraça humana é solidariedade&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1906175213635147875#_edn2" name="_ednref2" style="mso-endnote-id: edn2;" title=""&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;[ii]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt; moral no pecado e a justificação é moldada em termos éticos de santidade e pureza moral absoluta (Ef. 5: 27; 4: 17 – 5: 16). Adão é representante realístico da raça, vejamos o que afirma o autor em sua tese doutoramento:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Um homem (neste caso Adão) pecou. Por ser representante realístico da raça, sua transgreção original não era isolada: de modo coletivo, ela envolvia toda a raça. É a posição de Adão como o cabeça arquetípico da raça, que ele incorpora como uma personalidade coletiva, que faz com que sua rebelião contra Deus seja a revolta do seu grupo. Dentro de tal conceito (especialmente na forma em que se encontra no Antigo Testamento), Paulo podia muito bem considerar idênticos o indivíduo e o grupo. Essa identidade é evidente e frases como ‘em Adão’ (cf. 1Cor 15. 2), que se opõe retamente à expressão ‘em Cristo’ (SHEDD, Russel P., 1995, p. 22).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;A partir das afirmações de Shedd perceberemos que o juízo coletivo de Deus, aplicado com base na personalidade coletiva da raça, isto é, sua solidariedade, é legitimado pelo envolvimento intencional do indivíduo na culpa (p.23). Quando passa a expor a doutrina da expiação de Cristo, o apóstolo enfatiza a humanidade de Cristo. Quando Cristo assumiu um corpo e a morte, ele desafiou, com sucesso, o controle do pecado sobre a carne; por conseguinte, aqueles que estão incluídos nele são arrancados do velho eão&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1906175213635147875#_edn3" name="_ednref3" style="mso-endnote-id: edn3;" title=""&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;[iii]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt; e de seus poderes perversos, do pecado, da morte e da lei (Rm. 8:3; 7: 34).&lt;br /&gt;Estar em Cristo para Paulo é uma fórmula que expressa ‘a solidariedade entre Cristo e os membros da comunidade’ (SHEDD, 1995, p. 147). A comunidade que transmite vida no presente (Ef. 2: 1-10; Rm. 6: 5-11; Gl. 3: 27), no futuro (1Cor. 15: 22, 50-57; 1Tss. 4:13-17). Nesse sentido e contexto “Paulo anuncia que o propósito e a graça de Deus foram manifestados em Cristo Jesus”, o qual ‘não só destruiu a morte, como trouxe à luz a vida e a imortalidade, mediante o evangelho’ (2Tm. 1: 10) (p. 147).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;_______________________________________________________________&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1906175213635147875#_ednref1" name="_edn1" style="mso-endnote-id: edn1;" title=""&gt;&lt;span style="font-family: times new roman; font-size: 85%;"&gt;[i]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: times new roman; font-size: 85%;"&gt; Uma melhor discussão do conceito do uso do termo Christos em Paulo pode ser&amp;nbsp;melhor estudado em LADD, George Eldon. Teologia do novo testamento. São Paulo: Hagnos, 2001. (capítulo 30 – a pessoa de Jesus Cristo); ver também in: MORRIS, Leon. Teologia do novo testamento. São Paulo: Vida Nova, 2003.&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1906175213635147875#_ednref2" name="_edn2" style="mso-endnote-id: edn2;" title=""&gt;&lt;span style="font-family: times new roman; font-size: 85%;"&gt;[ii]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: times new roman; font-size: 85%;"&gt; A respeito do conceito de Solidariedade da raça, ver na tese de Shedd; SHEDD, R. P. Solidariedade da raça: o homem em adão e em cristo. São Paulo: Vida Nova, 1995. Ver também in: DUNN, James D. G. A teologia do apóstolo Paulo.São Paulo: Paulus, 2003.&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1906175213635147875#_ednref3" name="_edn3" style="mso-endnote-id: edn3;" title=""&gt;&lt;span style="font-family: times new roman; font-size: 85%;"&gt;[iii]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: times new roman; font-size: 85%;"&gt; SHEDD expõem que Paulo explica que para o propósito de compreendermos o conceito de personalidade coletiva, na natureza pelo viés da teologia paulina, é suficiente limitar a discussão a aiõn e kosmos. A expressão aiõnos toutos, “esta era”, “este século” (cf. Rm. 12: 2; 1Cor. 1: 20; 2: 6, 8: 3:18; 2Cor. 4: 4; Gl. 1: 4), ou tou aiõnos tou enestõtos (Ef. 1: 21), ou ho nyn aiõn (1Tm. 6: 17; 2Tm. 4: 10; Tt. 2: 12) é um conceito total que se refere tanto ao tempo quanto à esfera de atuação. Simultaneamente o termo Kosmos pode denotar o relacionamento total entre a criação e a era (cf. 1Cor. 3: 19; 7: 31).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1906175213635147875-7263265536350847986?l=pastoralexandrechaves.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/feeds/7263265536350847986/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/2009/07/jesus-cristo-em-paulo-uma-abordagem.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1906175213635147875/posts/default/7263265536350847986'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1906175213635147875/posts/default/7263265536350847986'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/2009/07/jesus-cristo-em-paulo-uma-abordagem.html' title='Teologia Bíblica: &quot;Jesus Cristo em Paulo: uma abordagem sintética da cristologia paulina&quot;'/><author><name>Alexandre Chaves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10679415574057997154</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_DQ7N3A0Qt24/TRxmRdF3NEI/AAAAAAAAAJs/oYN-T7DCQLY/S220/DSC03679.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_DQ7N3A0Qt24/SlZgjjLXgqI/AAAAAAAAAGc/65fXnnmhi3M/s72-c/PICT0034.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1906175213635147875.post-2916772743359395236</id><published>2011-10-29T16:30:00.002-02:00</published><updated>2011-10-29T16:31:51.297-02:00</updated><title type='text'>SERMÃO: "O Sofrimento nos aproxima de Deus." (Modelo de Semão apresentado à estudantes de Retórica/Homilética"</title><content type='html'>Sermão pregado aos alunos do Curso de Oratória e Retórica – I. Apresentação do texto escrito ao Professor desta disciplina, Dr. Edson Pereira Lopes, Escola Superior de Teologia, Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo; para fins de avaliação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pastor Alexandre da Silva Chaves&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Introdução:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;A - Saudação&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Boa noite a todos os presentes, boa noite Professor, Dr. Edson Pereira Lopes; quero agradecer ao meu Deus acima de tudo e de todos por estar aqui entre vocês. Muito obrigado Professor por proporcionar, juntamente com os meus colegas, a oportunidade de crescermos em nossos ministérios. Obrigado a todos os colegas pelo incentivo de estarem todos reunidos nesta sala de aula. Obrigado especialmente àqueles que oraram em meu favor, pois embora este trabalho seja um exercício para nosso aperfeiçoamento e avaliação como alunos, ele não deixa de ser espiritual e para o nosso Deus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;B – Texto&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;II Carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios, capítulo 11: versículos 16-33.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Gostaria de meditar com todos os presentes nesta noite, senhores e senhoras sobre um tema dileto de Deus para o seu povo, no entanto muito desprezado nos dias atuais:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;C&amp;nbsp;- Tema: &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Sofrimento como propósito de nos aproximarmos de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;D&amp;nbsp;– Proposição&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Santo Agostinho afirma, quando da morte de sua mãe, Santa Mônica: “Fechei os olhos e apoderou-se-me da alma uma tristeza imensa, que se desfazia em torrentes de lágrimas. (...) Parecia-nos que não ficava bem celebrar-lhe os funerais com pranto. A morte de minha mãe, pelo contrário, não foi infeliz nem total. (...) a minha dor sucitava-me uma nova dor, e afligia-me com uma dupla tristeza. Foi conduzido o cadáver à sepultura. Fui e voltei sem derramar lágrimas. (...) Mas todo o dia senti, no meu íntimo, uma tristeza oprimente.” (Santo Agostinho, 1999, Livro IX, p. 249-250). (Grifo meu).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não há ninguém que possa afirmar que sofrer seja tão bom. E que o propósito do sofrimento seja o próprio sofrimento em si mesmo. O próprio apóstolo Paulo afirmou aos Romanos cap. 8: 18 que: “para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós”; seguindo na mesma linha de raciocínio de conforto para o sofrimento, ele ainda afirma no verso 28, “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito”. (grifo meu).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(Transição): Caso não houvesse um propósito maior do que a dor de sofrer, não haveria quem psicologicamente, fisicamente ou mesmo espiritualmente suportasse o sofrimento. Creio que o apóstolo Paulo, em sua defesa em sua segunda carta aos coríntios, nos revela três importantes propósitos, como razões, de Deus imputar o sofrimento para as nossas vidas: São estes os propósitos apresentados por Paulo:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;E&amp;nbsp;- Estrutura&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;I – O propósito de sermos reconhecidos como escolhidos de Deus. (vv. 16-22).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1. Em Jó, observamos Deus aprovando a escolha do seu servo no meio da provação: Jó. 1: 9-12, 20-22.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2. Em Neemias observamos Deus utilizando as lágrimas do coopero querido, para sensibilizar o Rei a libertar o seu povo: Ne. 1: 3-4; 2. 1-2.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Transição: Sl. 86:7 – “No dia da minha angústia, clamo a ti, porque me respondes”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;II – O propósito de nos reconhecermos no exercício do ministério de Deus. (vv. 23-27).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1. Elias foi reconhecido na qualidade de profeta e homem de Deus: I Rs. 17.1-7, 8-14&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2. A morte do apóstolo Tiago e a libertação do apóstolo Pedro da prisão: At. 12: 4-8&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Transição: Tomás de Kempis, místico medieval disse certa vez: “Bom é passarmos algumas vezes por aflições e contrariedades, porque freqüentemente fazem o homem refletir, lembrando-lhe que vive no desterro e, portanto, não deve pôr sua esperança em coisa alguma do mundo(...) Estando o homem atribulado ou tentado(...), sente logo melhor a necessidade que tem de Deus”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;III – O propósito de nos ensinar a perseverarmos no sofrimento como obreiros de sua causa. (vv. 28-33).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1. Em Moisés, Deus revelou-se na sua fraqueza: Ex. 3: 10-12; 14: 12-14. Moisés afirmava que não sabia e que não era capaz de realizar o que Deus queria que ele realizasse, mas Deus queria mostrar a Moisés, que suas limitações provariam a soberania de Deus e lhe aproximaria de Deus. (Oração, monte e comunhão com Deus).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2. Em Paulo no espinho na sua carne, o qual lhe causava profundas angústias: II Cor. 12: 7-10. Contudo Deus havia revelado através de Paulo, que o vaso era de barro, e o mais importante era a excelência contida no vaso, II Cor 4: 7.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Transição: Gosto da maneira como Max Lucado, em seu livro Simplesmente como Jesus, retrata a noite em que Jesus foi traído no Getsêmani:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Na noite em que antecedeu a sua morte, um autêntico depósito de aflição despencou sobre Jesus. Algum lugar entre o período em que oravam no Getsêmani e o local onde Jesus passou pela prova de escárnio é onde a cena mais escura da história do drama humano deve ter se passado. Embora o episódio completo não deva ter durado mais do que cinco minutos, o evento teve maldade suficiente para encher milhares de depósitos de lixo. Exceto Cristo, nenhuma das pessoas presentes teve uma atitude boa sequer. Se buscar na cena algumas gramas de coragem ou um pingo de caráter, não encontrará. O que encontrará é o produto do acúmulo do engano e da traição. Mesmo em tudo isso, Jesus enxergou uma razão para ter esperança. E sob o mesmo ponto de vista dEle, encontramos um exemplo para seguir”. Em Mt. 26: 46-56, Jesus encontrou motivos para dizer aos seus discípulos, mesmo sabendo que seria abandonado e traído: “Levantai-vos e partamos(...)”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;F- Conclusão&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Jesus encontrava ouro no lixo, como diria Max Lucado, Ele seria capaz de encontrar coisas boas dentro do Getsêmani. E nós? Será que temos sido capazes de seguir os seus passos em nossas aflições? Será que realmente temos deixado aberto os nossos corações e mentes, para aceitarmos as aflições do tempo presente?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Observemos o texto de Rm. 8: 33-37 para meditarmos como conclusão.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1906175213635147875-2916772743359395236?l=pastoralexandrechaves.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/feeds/2916772743359395236/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/2009/06/sermao-o-sofrimento-nos-aproxima-de.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1906175213635147875/posts/default/2916772743359395236'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1906175213635147875/posts/default/2916772743359395236'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/2009/06/sermao-o-sofrimento-nos-aproxima-de.html' title='SERMÃO: &quot;O Sofrimento nos aproxima de Deus.&quot; (Modelo de Semão apresentado à estudantes de Retórica/Homilética&quot;'/><author><name>Alexandre Chaves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10679415574057997154</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_DQ7N3A0Qt24/TRxmRdF3NEI/AAAAAAAAAJs/oYN-T7DCQLY/S220/DSC03679.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1906175213635147875.post-5450975368772898891</id><published>2011-07-22T00:54:00.002-03:00</published><updated>2011-11-16T18:19:11.262-02:00</updated><title type='text'>Onde está o seu irmão Abel??</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há pouco, lendo as Escrituras no texto de Genesis capítulo 3 e versículo 9, me deparei com uma pergunta intrigante que Deus havia feito a Caim: &lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Onde está Abel,&amp;nbsp;teu&amp;nbsp;irmao?"&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (ARA). Fixei meu olhar no texto, pensei..pensei... e&amp;nbsp;confesso ao meu leitor que estava angustiado com alguns acontecimentos recentes, contudo não me restou dúvidas. A pergunta éra&amp;nbsp; demais atual. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pensei, e tive a certeza, hoje Deus nos pergunta a mesma coisa acerca de nossos irmãos; em como os temos&amp;nbsp; tratado,e em como temos nos relacionado com eles na casa do Pai.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lembrei-me de um caso de um amigo, um amigo que havia corajasomente servido como missionário de minha igreja, num&amp;nbsp;desses projetos de missão "mal desenhado" pela igreja local, e que de modo abrupto terminou desastroso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse meu amigo, que era um pastor local, se despiu de todas as suas conquistas monentanea e se submeteu a um determinado projeto missionário de orientação de seu&amp;nbsp;pastor. Todos na Igreja cooperamos, no "sucesso", mas também cooperamos no "fracasso" do projeto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse missionário abriu mão de seu&amp;nbsp;emprego, seus filhos abriram mãos da Escola, de sonhos, de&amp;nbsp;amizades, e&amp;nbsp;a esposa dele abriu mão de um único irmão da familia que vivia próximo e presente a ela, assim como de emprego. Mesmo que esse irmão posteriormente&amp;nbsp;tivesse virado as costas a ela.&amp;nbsp;Todos estavam bem. Mas oferecemos a eles que deixassem todo esse conforto pelo que&amp;nbsp;acreditamos ser o&amp;nbsp;melhor, que no caso seria a obra de Deus em tal cidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Oramos, ofertamos, contribuimos, com nossas vidas e com nosso trabalho, infelizmente nem todas as promessas da igreja foram honradas. Além do que, algumas vaidades tornaram-se causa de&amp;nbsp;impedimento do andamento do projeto. Inclusive a do pastor que enviou-o e a do pastor&amp;nbsp;que o recebeu na cidade para onde foi enviado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enfim, o nosso missionário voltou, regressou confiante que&amp;nbsp;sua Igreja o receberia como&amp;nbsp;ele foi para o campo missionário, como um "lutador", "desbravador", "corajoso" e&amp;nbsp;"destemido". Contudo não foi assim que ele foi recebido pelo seu ministério, principalmente pelo seu pastor. De todo&amp;nbsp; tempo que ele voltou, não recebeu uma visita pastoral sequer. O seu pastor não mais&amp;nbsp;o visitava depois que ele resolveu&amp;nbsp;voltar do campo missionário onde ele trabalhava. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Willian Taylor, em estudo acerca das causas e da cura para&amp;nbsp;o retorno prematuro de missionários, afirma que o missinário necessita de cuidado pastoral "missionários são humanos e tão carentes de cuidado pastoral como qualquer membro comum de igreja" (Taylor, p.262). Contudo, no caso que participei, percebi a falta de preparo de nossos líderes em lidar com o tema do envio e do cuidado pastoral de seu missionário.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No campo missionário se enfrenta tensões; transições difíceis, novos assuntos; acomodação da família etc.. È preciso que haja uma estratégia de pastoreio, e no caso de minha igreja não houve, e meu pastor não colaborou com esta estratégia, o que tornaria, com certeza dentro de pouquissimo tempo o seu retorno previsivel.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enfim, a pergunta de Deus a nós cristãos continua ecoando em nossos ouvidos "Onde esta o teu irmão?"&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao invés de usarmos os púlpitos de nossas igrejas para surrarmos o nosso irmão, sangrá-lo e fazê-lo morrer, e depois nos esquivarmos publicamente de nossa culpa, responsabilizando a outros, pensemos onde somos responsáveis por Abel. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Onde foi que colaborei com o homicidio de meu irmão "Abel"?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Recentemente, não fazendo mais do que um dia, um pastor da cidade de onde este missionário trabalhou, (&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;cidade essa que possuia&amp;nbsp;uma Igreja basicamente "falida", quero dizer quase fechando as portas, e que com a ajuda deste missionário fora reerguida&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;), veio a&amp;nbsp;igreja que enviara este missionário. Pensando que agradeceria a ajuda enviada pela igreja, apenas&amp;nbsp;maltratou o missionário&amp;nbsp;em palavras, o humilhou&amp;nbsp;para os seus amigos, expondo o que ele acreditava serem os "defeitos" do missionário, sem ao menos sequer, dar-lhe o direito de defesa, pois nem seque o missionário estava presente,&amp;nbsp;covardamente o&amp;nbsp;tratou como um "Caim" tratou&amp;nbsp;o irmão "Abel".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vejo muitos pares meus, pastores de&amp;nbsp;minha igreja, verborragizando contra aqueles que estão fracos, desvalidos,&amp;nbsp;necessitados, feridos e abandonados a própria sorte, e é claro que esta sorte é promovida pelo proprio Deus Vivo. É a Sorte do salmos 126, a sorte restaurada. E tenho certeza que Deus restaura a sorte. A única coisa que me faz sentir dúvidas é, quem são esses que continuam verborragizando do púpito entre irmãos, de modo feroz e audível contra aqueles que nem sequer tiveram o direito de ser pastoreado devidamente? " O sangue de nossos irmãos não pastoreados clamam a Deus por ajuda, justiça&amp;nbsp;e vida?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Senhor Jesus responde acerca daqueles que estão agindo como Caim na casa de Deus: "Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores" (Evangelho de Mateus, 7:15). Existem muitos na casa de Deus afirmando serem filhos de Deus, mas sempre indispostos a seguirem a Jesus Cristo até as ultimas consequencias. Infelizmente isso é proprio da religiosidade farisaica, a mesma que matou profetas e crucificou o Senhor Jesus e ainda hoje, abandoa os nossos irmãos a própria sorte!!! Sorte que apenas o Deus todo poderoso restaura!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Que Deus use de sua misericórdia&amp;nbsp;com os "Cains"!!!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1906175213635147875-5450975368772898891?l=pastoralexandrechaves.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/feeds/5450975368772898891/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/2011/07/onde-esta-o-seu-irmao-abel.html#comment-form' title='63 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1906175213635147875/posts/default/5450975368772898891'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1906175213635147875/posts/default/5450975368772898891'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/2011/07/onde-esta-o-seu-irmao-abel.html' title='Onde está o seu irmão Abel??'/><author><name>Alexandre Chaves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10679415574057997154</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_DQ7N3A0Qt24/TRxmRdF3NEI/AAAAAAAAAJs/oYN-T7DCQLY/S220/DSC03679.JPG'/></author><thr:total>63</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1906175213635147875.post-3893535120522758116</id><published>2011-05-22T18:03:00.004-03:00</published><updated>2011-10-29T17:05:13.057-02:00</updated><title type='text'>Reflexão acerca de Karl Marx, o valor da mercadoria:  O Sacerdote Religioso como instrumento da instituição!!!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Numa perspectiva simplificada da teoria de Marx acerca do que determina o valor de uma mercadoria (o produto) em sua obra "O capital", pensei acerca da produção do serviço do sacerdote religioso, engajado politicamente nos interesses da instituição, que se vale do dever de servir a "instituição", produzindo como fins de seu trabalho, o serviço de preservar e de elevar o patrimônio desta instituição. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Karl Marx inverte a lógica da dialética hegeliana (tese x antítese = sintese) que é puramente ideal para Hegel, tornando-a material, daí&amp;nbsp;a mercadoria produzida, ou seja, o produto do sacerdócio (pastor, no caso evangélico) que poderá ser mensagem de apoio ou reprovação&amp;nbsp;as pessoas "A", "B" ou "C", em favor da isntituição",&amp;nbsp; significarão que as escolhas de determinados&amp;nbsp;sermões a serem pregado por alguns, será efetuado como um valor de uso, pago pela instituição que o mantém no posto,&amp;nbsp;apresentando este sacerdote como um valor útil, de troca, uma espécie de contradição ao mesmo tempo. Contradição aqui é que, a&amp;nbsp;mensagem pregada não será propriedade do pregador, mas da instituição, pois este (&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;pregador&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;), é pago para manter a instituição nos trilhos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma espécie de venda da própria consciência em favor do pagador, lembra-nos a imagem do sofista grego, que em determinados&amp;nbsp; momentos,&amp;nbsp;ensinava a defesa ou defendia publicamente aquele a quem o&amp;nbsp;pagava melhor e não o que ou quem era simplesmente&amp;nbsp;justo e verdadeiro. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desse modo, preceitos bíblicos e cristãos não serão considerados parâmetros, somente no casode defenderem a instituição que mantêm o intelectual portador da mensagem. Fiquei pensando nas palavras de Jesus de Nazaré, quando afirmou que o dinheiro poderia corromper os nossos valores, além de nos alienar de nossa própria&amp;nbsp;vontade de servir à algum princípio:&amp;nbsp; ou "há de odiar a um e amar ao outro", não podemos servir a dois senhores,&amp;nbsp;em suas&amp;nbsp;palavras, essa forma&amp;nbsp;de servir engajadamente de modo cego e político a instituição religiosa fará com que dificilmente o sacerdote&amp;nbsp;consiga servir a Cristo com liberdade de consciência,&amp;nbsp;de quem verdadeiramente seria livre!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1906175213635147875-3893535120522758116?l=pastoralexandrechaves.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/feeds/3893535120522758116/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/2011/05/pensando-em-karl-marx-o-valor-da.html#comment-form' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1906175213635147875/posts/default/3893535120522758116'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1906175213635147875/posts/default/3893535120522758116'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/2011/05/pensando-em-karl-marx-o-valor-da.html' title='Reflexão acerca de Karl Marx, o valor da mercadoria:  O Sacerdote Religioso como instrumento da instituição!!!'/><author><name>Alexandre Chaves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10679415574057997154</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_DQ7N3A0Qt24/TRxmRdF3NEI/AAAAAAAAAJs/oYN-T7DCQLY/S220/DSC03679.JPG'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1906175213635147875.post-2387560836923902359</id><published>2011-03-20T12:37:00.001-03:00</published><updated>2011-10-29T16:47:12.058-02:00</updated><title type='text'>O que é ser de tradição protestante na América Latina? (tradição e identidade)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A palavra tradição,&amp;nbsp;originada do latim &lt;em&gt;traditione&lt;/em&gt;,&amp;nbsp; traz consigo a possibilidade de se aprender por meio de comunicação ou transmissão de notícias, composições literárias, doutrinas, ritos, costumes etc., feita&amp;nbsp;de pais para filhos no decorrer dos tempos ao sucederem-se as gerações.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pretendo me utilizar do pensamento e da teoria do Teólogo&amp;nbsp; Argentino, José Miguez Bonino,&amp;nbsp;que propõe uma chave hermenêutica para&amp;nbsp;compreendermos o protestantismo latino-americano, por meio de suas múlltiplas identidades. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bonino,&amp;nbsp;chama esta identidade de "Rostos". Rostos seria uma tipologia, um tipo ideal de evangélico. O autor os classifica como evangélicos de rostos distintos, por causa de suas origens, formações e influências culturais:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;1-"rosto liberal"; &lt;br /&gt;2-"rosto evangélico&amp;nbsp;sombriado e iluminado"; &lt;br /&gt;3- "rosto pentecostal e &lt;br /&gt;4-"rosto étnico".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tentarei definir de forma&amp;nbsp;demais suscinta cada rosto do protestantismo, o que não me garantirá apresentá-los perfetamente as definições de Bonino, contudo aconselho ao leitor que&amp;nbsp;leia a obra, cujas referências estarão no rodapé, ao final&amp;nbsp;deste artigo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;(1)Rosto liberal&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O rosto liberal têm mais haver com o projeto político latino-americano, do&amp;nbsp;que aproximação&amp;nbsp;com a teologia européia, muito menos com&amp;nbsp;a teologia Alemã.&amp;nbsp;Não se trata&amp;nbsp;de uma leitura intelectualizada das escrituras, esta nota da teologia&amp;nbsp;ficou muito&amp;nbsp;aquém de uma&amp;nbsp;compreensão popularizada de seus textos pelos líderes religiosos da América Latina. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A América Latina tinha&amp;nbsp;outros assuntos como que se preocupar&amp;nbsp;a fome, a falta de liberdades civis, a falta de emprego, o recesso pós-escravidão, o preconceito com o negro e com o indio,&amp;nbsp;a política de povoamento de nossas terras&amp;nbsp;por meio de&amp;nbsp;imigração.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tais&amp;nbsp;fatores políticos, fortaleceram em seu bojo, um evangélico progressista, que queria acompanhar a república, que buscaria uma teologia que respondesse as questões&amp;nbsp;ligadas ao cotidiano das pessoas, fazendo com que essa teologia decesse dos palácios dogmaticos em que viviam encasteladas e alcançasse as pessoas comuns.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O projeto liberal queria, por meio da religião levar educação, democracia&amp;nbsp;e desenvolvimento social. Rubem Alves chamou o projeto liberal de "projeto utópico" do protestantismo na América Latina e descreveu o seu naufrágio no protestantismo da reta doutrina.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(2) &lt;em&gt;O rosto evangélico &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esses tipo de evangélico é utilizado nuna concepção anglo-saxã. São pessoas que confessam a confiança plena na Bíblia, ensinam a mensagem da salvação que Deus&amp;nbsp;oferece aos pecadores&amp;nbsp; por meio da morte de Jesus Cristo. Nesse grupo há&amp;nbsp;uma crença&amp;nbsp;de que a aceitação da mensagem conduz a eternidade, enquanto que a sua negativa a perdição e morte. São formados por uma maioria missionária, frutos de grandes avivamentos do fim do século XIX. Esses evangpelicos correspondem crecimento da população urbana, superam o conflito entre a tradição calvinista e a tradição arminiana, acrecenta um alto grau de subjetivismo nas mensagens e busca um despertamento religioso acompanhado por reforma social. São essas algumas características difusas nesses movimentos de rosto evangélico. Dentro do rosto evangélico situam-se tradições como: fundamentalistas, liberais, carismáticos e movimentos como os pentecostais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;(3) O rosto pentecostal (do protestantismo latino-americano)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todas as histórias desse&amp;nbsp;rosto, seguindo o pensamento de Miguez Bonino, tem seu inicio com o movimento do despertar associado ao nome do missionário Willis C. Hoover, da Igreja Metodista, e á cidad de Valparaíso, no Chile, e continuam Com Luigi Francescon na Argentina e em São Paulo fundando a Congregação Cristã no Brasil se expandido em todo sudeste brasileiro, e com as Assembléias de Deus no Pará e e em todo o nordeste brasileiro. O pentecostalismo se multiplica, se&amp;nbsp;diversifica e expande, e a partir da década de 50 se apresenta como o rosto popular do protestantismo na América Latina. Em 1938, 14.500 crentes, em 1950, 1 milhão, em 1980 cerca de 37 milhões de crentes na América Latina. Aguardando a divulgação do Censo 2010 no Brasil, acredita-se que somente no Brasil já&amp;nbsp;sejam&amp;nbsp;mais de 40 milhões.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um pequeno esboço da teologia pentecostal:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;a) visão maniqueísta do mundo; b) determinismo&amp;nbsp;e pessimismo antropológico;&amp;nbsp;c) reapropriação popular e social do Poder de Deus, por meio de uma reinterpretação da presença do Espírito Santo, de seu batismo e de sua atuação na vida dos crentes na atualidade; d) eliminação de um sacerdócio intelectual e mediador diante de Deus e da Bíblia, no pentecostalismo cada crente pode ler, interpretar e ensinar-pregar à outros e e) uma igreja militante a qual se ingressa por opção pessoal na conversão, nela se subordina interesses pessoais, se participa de maneira plena e se assume um compromisso total acerca da vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;(4) Um rosto étnico do protestantismo&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;O problema desse rosto encontra-se primeiramente no título, "étnico". O que é etnicidade? Invoquemos a ajuda de R. Narrol e destaquemos quatro indicadores: 1-) uma comunidade que em grande medida se perpetua biologicamente a si mesma; 2-) compartilha valores culturais fundamentais realizados com unidade manifesta em formas culturais; 3-) integra um campo de comunicação e interação e 4-) conta com membros que se identificam&amp;nbsp; e são identificados por outros e que constituem uma categoria distinguível de outras categorias da mesma ordem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A importância e a significação que a dimensão religiosa tem na definição da identidade étnica variam consideravelmente de um grupo, e de um momento para outro. Ilustremos essas variações de "Igrejas Étnicas", sobretudo em igrejas originadas da imigração. Existe uma linha extremamente tênue entre protestantismo de missão e de imigração.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Utilizando o vocabulário corrente nas igrejas protestantes européias, passa entre "igrejas livres" e as "igrejas territoriais" ou "nacionais" ou "do povo" (volkskirchen), de algum modo vinculadas organicamente ao estado ou pelo menos a nação. A clássica obra de Ernest Troeltsch intitulada &lt;em&gt;Die Soziallenhren der Christlichen Kirchen und Gruppen&lt;/em&gt;&amp;nbsp;["As doutrinas sociais das igrejas e grupos cristãos], de 1912, consagrou os termos "igreja" e "seita" como categorias sociológicas características, justamente, das igrejas - que concebem como coincidentes com um povo, das quais se faz parte por nascimento e que se integram com a cultura nacional, têm relação orgânica com o estado e não praticam o proselitismo fora de suas fronteiras - e das seitas - que são formações voluntárias, nas quais se entra por decisão pessoal, que praticam majoritariamente o "batismo de conversos", são contraculturais, não têm vinculação com o estado e praticam o proselitismo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O vocabulario de Troeltsch e Max Weber assumiu significados que os autores não lhe quiseram dar, transformando uma caracterização sociológica numa luta por legitimação doutrinal e até legal. Trata-se de duas formas de ser igreja que têm permeado a história, ao menos desde o século 4, e cuja fundamentação teológica e concepção missionária e pastoral com certeza continuarão presentes, não necessariamente entre igrejas particulares, e sim no seio das próprias igrejas. Não obstante, creio que&amp;nbsp;- ao menos na situação latino-americana - temos de relativizar as diferenças entre um e outro modelo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguns exemplos de Igrejas consideradas étnicas que se consolidaram no Brasil; Igreja Luterana (Alemã), Igreja Epsicopal Anglicana (Inglesa), Igreja&amp;nbsp;Reformada Holandesa (Holanda), Igreja Valdense (Norte da Itália), Igreja Presbiteriana&amp;nbsp;de origem Escocesa (Escócia).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Considerações&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse foi um panorama apresentado buscando compreender essas&amp;nbsp;facetas do que é ser um protestante na américa-latina, contudo, seria interessante, que o leitor desse ensaio, procurasse ler a bibliografia que segue indicada na nota de rodapé, por tratar exaustivamente cada&amp;nbsp;tema proposto. Esse formato de blog, não nos permite aprofundar.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Observemos, que a constituição do protestante na américa-latina é plural, multifacetada; essa lógica de implantação da religião protestante revela uma necessidade de tolerância, e além da tolerância,&amp;nbsp;da releitura constante de nossas histórias, bem&amp;nbsp;como da formação e influência teológica que sofreram os nossos pais (fundadores de nossas igrejas). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aliás, pensemos num só exemplo deste ponto, Daniel Berger e Gunnar Vingren, missionários batistas norte-americano de origem suéca. Quantas contradições não poderiam existir na formação desses homens, contudo, essa contradições tornam-se comlementares, como resultados de&amp;nbsp;esforços subjetivo dos missionários, e ao mesmo tempo&amp;nbsp;objetivo, quando estes se&amp;nbsp;empenham na formação de uma nova comunidade, demonstrando uma personalidade úna, contudo difusa na "brasilidade"&amp;nbsp;multifacetada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Penso que, Berger e Vingren&amp;nbsp;jamais desejaram uma igreja como a que temos hoje. Com certeza, nas primeiras décadas em que se afastaram da direção nacional da Igreja Assembléia de Deus, já perceberam que a igreja tomava outros rumos. Isto contudo, não é ponto somente negativo, não devemos somente chorar por não&amp;nbsp;ter sido&amp;nbsp;diferente,&amp;nbsp;somente não podemos nos alienar dessa consciência, e com isto&amp;nbsp;não reconhecermos de verdade quem somos, seja&amp;nbsp;como evangélicos, protestantes históricos&amp;nbsp;ou&amp;nbsp;pentecostais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aliás, observo, pelo andar da carruagem, que vivemos tempos de enormes mudanças, e as igrejas percebem isto em suas estruturas, as quais não se sutentam, pois estão ancoradas num pensamento social e político brasileiro das décadas de 50, 60 e 70, tempos dos coronéis do nordeste brasileiro, das&amp;nbsp;fazendas do sertão&amp;nbsp;e da luta política e domíno&amp;nbsp;São Paulo e Minas Gerais sobre o restante do&amp;nbsp;Brasil. São esses&amp;nbsp;pensamentos que dominam&amp;nbsp;os ambientes eclesiásticos, pensamentos ancorados em discursos dos tempos da ditadura militar. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como os tempos (atual momento)&amp;nbsp;são outros e o momento atual não suporta mais tais ações,&amp;nbsp;será preciso entender que a religião vive um processo de sólida mudança, cercada de crises, de desconfiança, de&amp;nbsp;um vazio moral e&amp;nbsp;ético nas instituiçõe e em suas principais lideranças, atormentadas pelo mercado que dita as relações e as formas de relações institucionais, a instituição vive um processo de falência. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Daí, a falência e a discrença nas instiuições (igrejas), pois os&amp;nbsp;resultados proposto nos evangelhos, pela mensagem&amp;nbsp;de Cristo, acontece muito bem na periferia da igreja,&amp;nbsp;&amp;nbsp;na perfeita comunhão com o próximo em casa, na rua, no mundo; e isto&amp;nbsp;necessariamente não passa por dentro de uma&amp;nbsp;instituição,&amp;nbsp;que aliás, &amp;nbsp;não está conseguindo sequer&amp;nbsp;cumprir minimamente&amp;nbsp;com&amp;nbsp;esse papel de comunidade moral.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Toda falência traz consigo uma nova proposta de renovação, uma outra coisa deve nascer, resta saber o que&amp;nbsp;o povo de Deus quer? O que virá depois dessa falência da igreja como instituição?&amp;nbsp;Vimos o que é ser de tradição protestante e o que estamos nos tornando, um &lt;strong&gt;&lt;em&gt;apêndice do mercado&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, um &lt;em&gt;objeto de consumo da prateleira&lt;/em&gt; do supermercado das religiões.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E então,&amp;nbsp;o que nos tornaremos amanhã? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sinceramente, eu não sei,&amp;nbsp; e honestamente seria previsionismo e profetismo meu, mas não posso dizer aquilo que não sei. Mantenho-me pessimista!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;_______________________________________________________&lt;br /&gt;BONINO, José Miguez. Rostos do protestantismo latino-americano. São Leopolodo, RS: Sinodal, 2002.&lt;br /&gt;BASTIDE, Roger. Osagrado selvagem. São Paulo: Companhia das Letras, 2006. p.250-275.&lt;br /&gt;Michaelis: Dicionário de língua portuguesa. São Paulo: Melhoramentos, 2002.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1906175213635147875-2387560836923902359?l=pastoralexandrechaves.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/feeds/2387560836923902359/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/2011/03/o-que-e-ser-de-tradicao-protestante-na.html#comment-form' title='16 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1906175213635147875/posts/default/2387560836923902359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1906175213635147875/posts/default/2387560836923902359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/2011/03/o-que-e-ser-de-tradicao-protestante-na.html' title='O que é ser de tradição protestante na América Latina? (tradição e identidade)'/><author><name>Alexandre Chaves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10679415574057997154</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_DQ7N3A0Qt24/TRxmRdF3NEI/AAAAAAAAAJs/oYN-T7DCQLY/S220/DSC03679.JPG'/></author><thr:total>16</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1906175213635147875.post-7115559524828869353</id><published>2011-03-19T21:20:00.003-03:00</published><updated>2011-11-16T18:17:30.535-02:00</updated><title type='text'>A busca por sabedoria e a fonte do logos eterno!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;"Assim como o velho Adão das Escrituras, o homem moderno quer ter o poder de tomar decisões, contudo reluta em aceitar os sofríveis resultados de suas ações".&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estive refletindo sobre algumas passagens do livro de provérbios e pude recordar de antigas lições para minha vida e minha vocação. Existem valores que fatalmente nos esquecemos. Disse fatalmente, pois, o tempo, os dias e as horas passam, vão-se embora, e perdemos a oportunidade de vivermos plenamente os minutos passados, por interm´dio da Palavra de Deus.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Ouvi a instrução, e sede sábios, não a rejeiteis (v.35)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Bem aventurado o homem que me dá ouvidos, velando às minhas portas cada dia, esperando às ombreiras da minha entrada (v.34).&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Por que o que me achar, achará a vida, e alcançará o favor do Senhor(v. 35). &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Mas o que pecar contra mim violentará a sua própria alma; todos os que me odeiam amam a morte (v. 36).&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao terminar tais leituras devocionais&amp;nbsp;no livro de&amp;nbsp;provérbios, fiquei a pensar: "Por que será que nos dias atuais, temos enormes dificuldades de aceitarmos as instruções e&amp;nbsp;a sabedoria do &lt;em&gt;logos &lt;/em&gt;eterno de Deus para a nossa alma?" É simples, conclui, &lt;em&gt;a vaidade e a arrogância&lt;/em&gt; tomam conta de nossas mentes e, infelizmente, nos tornamos inflexíveis até sofrermos, e, com base no sofrimento aprendemos, ainda que tardiamente para nós, a sabedoria&amp;nbsp;do &lt;em&gt;logos&lt;/em&gt; para as nossas vidas!﻿&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_______________________________________&lt;br /&gt;Me refiro ao logos, com referência ao logos joanino, do evangelho de João capítulo 1, não estou me referindo ao logos da filosofia grega, mesma que seja possível realizar tal relação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1906175213635147875-7115559524828869353?l=pastoralexandrechaves.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/feeds/7115559524828869353/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/2011/03/as-decisoes-humanas-e-capacidade-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1906175213635147875/posts/default/7115559524828869353'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1906175213635147875/posts/default/7115559524828869353'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/2011/03/as-decisoes-humanas-e-capacidade-de.html' title='A busca por sabedoria e a fonte do logos eterno!'/><author><name>Alexandre Chaves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10679415574057997154</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_DQ7N3A0Qt24/TRxmRdF3NEI/AAAAAAAAAJs/oYN-T7DCQLY/S220/DSC03679.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1906175213635147875.post-1206101088349138115</id><published>2011-01-09T23:45:00.005-02:00</published><updated>2011-11-16T18:18:37.730-02:00</updated><title type='text'>Novas tendências no Cristianismo! Novas tendências nas Assembléias de Deus!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O instituto &lt;u&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Barna Group&lt;/span&gt;&lt;/u&gt; publicou há poucos dias o resumo das principais pesquisas realizadas pela instituição nos Estados Unidos durante o ano de 2010.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estive&amp;nbsp;pensando, ("pensar"-coisa que custa caro na atual conjuntura da Igreja), se tais tendências e comportamentos não estão afetando da mesma forma a Igreja brasileira, principalmente em seu segmento pentecostal. Ainda mais específico, as Igrejas Assembléias de Deus as quais eu conheço (dezenas acredito).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Qual não foi o resultado de minha reflexão, se não estamos tão igual a Igreja Norte-Americana, estamos bem pior!!!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A tendência n° 1&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;﻿1. A Igreja Cristã está se tornando menos alfabetizada teologicamente&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tem se tornado&amp;nbsp;coisa natural em nossas Igrejas (Assembléias de Deus). Aqueles que não leêm a Bíblia, ou a estudam, passam a justificar a própia ignorância ao conteúdo das Escrituras, sob uma "suposta" Inspiração Divina, que independe das Escrituras. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Tal fato e tendência contraria o principio reformado que muito custou ao nosso irmão Martinho Lutero, a &amp;nbsp;&lt;em&gt;SOLA SCRIPTURA&lt;/em&gt; (SOMENTE A ESCRITURA), há tempo que esta premissa vem sendo&amp;nbsp;abandonada por nós pentecostais, e para justificar tal abandono, elegemos contraditoriamente um "aliado", o "Espirito Santo", afirmando que&amp;nbsp; dependemos somente dele. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Isso não é verdade, nem o pode ser, pois foi o Espírito Santo quem Inspirou aos Profetas, Juízes, Reis, Sacerdotes, Escribas, Apóstolos e Discípulos que compuseram o Cânon, escreveram e trabalharam para preservar as Escrituras. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Como pode Ele, o Espírito, trabalhar contra o crescimento de um crente no conhecimento das Escrituras que Ele Inspirou???&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A Tendência n°2&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;﻿2. Os cristãos estão se tornando mais isolados dos não-cristãos&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta&amp;nbsp;é&amp;nbsp;uma questão inconteste nas igrejas Assembléias de Deus que conheço, os Jovens que comigo congregaram, a cerca de 15 ano atrás,&amp;nbsp;tinham prazer em testemunhar e participar da sociedade com o intuito de evangelizar outras pessoas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há poucos dias ouvi dos lábios de um Jovem Músico de uma Igreja Assembléia de Deus, que ele não iria evangelizar com nosso grupo&amp;nbsp;porque sentiria vergonha caso fosse identificado por seus amigos&amp;nbsp;tocando seu instrumento no meio dos crentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagina se ele tem coragem de convidar seus amigos para virem à Igreja?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Tendência n°3&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;﻿&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;3. Um número crescente de pessoas estão menos interessadas em princípios espirituais e desejosos de aprender mais soluções pragmáticas para a vida.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa&amp;nbsp;é uma das questões mais debatidas em nosso meio Assembleiano. Espiritualidade, contemplação mística (oração, jejum etc.), não combinam mais com a atualidade, que exige nas respostas que precisamos de Deus de rapidez, conveniência e pouca burocracia.&amp;nbsp;O que os crentes estão fazendo, os meios que eles usam&amp;nbsp;atualmente, para conseguirem supostas "Bênçãos", "Riquezas" e "Prosperidades", confrontam com os príncipios Bíblicos, com os princípios da reforma, pensamento, confissões, bem como com as respeitadas 95&amp;nbsp;teses que Martinho&amp;nbsp;Lutero publicou em Winttemberg etc. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O discurso Pentecostal Assembleiano da simplicidade,&amp;nbsp;de&amp;nbsp;que o Espírito Santo produz na vida do crente batizado Nele, uma&amp;nbsp;unção para causar transformação nos outros,&amp;nbsp; tornou-se&amp;nbsp;ingrediente ultrapassado em muitas mensagens, ou mesmo os novos pregadores&amp;nbsp;sequer já&amp;nbsp;ouviram falar dessa mensagem,&amp;nbsp;já os mais&amp;nbsp;velhos pregadores, talvez&amp;nbsp;se esqueceram do que aprenderam. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso que o pentecostalismo clássico ensinou,&amp;nbsp;ficou para trás, dentro do&amp;nbsp;século XX,&amp;nbsp; inclusive este é um século que é página virada na história da Igreja, é somente tema para ofícios cerimoniais, já passou. Hoje, não importa quais, mas os meios é que justificam muitos fins!!! Ou um fim (de alguém), justifica os muitos meios empregados!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Tendência n°4&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;4. Entre os cristãos, o interesse em participar da ação da comunidade é cada vez maior&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tenho presenciado isto bem de perto, inclusive fui vítima desse processo. Pastoreei uma igreja em que desenvolvi um projeto de ajuda à uma comunidade carente do bairro, após me despedir daquela Igreja, os irmãos não deram continuidade, não conseguiram convencer ao Pastor que me substituiu, bem como a&amp;nbsp;outro Pastor&amp;nbsp;que se seguiu após aquele. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faltou-lhes uma compreensão mais clara do sentido bíblico da caridade cristã, fraternidade, serviço, comunhão e amor. Sei que devo ter falhado em não ter enfatizado bem esta ação à luz da palavra de Deus, mas me pergunto se&amp;nbsp; mesmo assim teriam tido coragem de enfrentar uma oposição a atual verticalidade da&amp;nbsp;hierarquia da igreja, com o único e simples propósito de sustentar uma ação cristã baseada em princípios bíblicos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Às vezes os cristãos entram em um projeto humanitário por um "oba, oba", que quer dizer uma "onda" do momento. Depois que passa a "onda" ninguém se preocupa mais as questões que anteriormente foram tratadas e nem mais dão conta de explicar porque fizeram aquela ação.&amp;nbsp;Principlamente quando&amp;nbsp;não&amp;nbsp;se tem&amp;nbsp;nada para ganhar pessoalmente e individualmente, apenas&amp;nbsp;para gastar com os outros, sofrer pelos outros, trabalhar mais pelos outros&amp;nbsp;etc.&amp;nbsp;Esta também é uma&amp;nbsp;razão, que o pensamento geral da sociedade impõe sobre uma parcela grande da Igreja. A falta de decoro com o próximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Tendência n°5&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;5. A insistência pós-moderna de tolerância é de conquistar a Igreja Cristã&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este ponto também tem sido causa de decadência da Igreja Pentecostal , principalmente das Assembléias de Deus. Isto se chama tolerar o pecado. Se o crente acredita numa verdade, terá que sustentá-la, ainda que isto lhe custe a vida, reputação, amizades etc.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O flerte (namoro) com o pecado é comprovado bíblicamente, como produtor de&amp;nbsp;desgraça, da queda, da destruição da imagem de Deus na humanidade&amp;nbsp;(Gn. 3.). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Se a Igreja e os crentes que dela participam, continuarem a fazer concessões de seus princípios sob as desculpas de suposta tolerância, daqui mais alguns anos não fará diferença frequentar a igreja ou uma sociedade, associação, ou clube qualquer que seja. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Tendência n°6&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;6. A influência do cristianismo na cultura e na vida individual é praticamente invisível&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este ponto causa até "arrepios" e "assombros". Como afirmava o teólogo Alemão Rudolf Otto, arrepio e assombro eram comportamentos típicos daqueles que enxergavam o sagrado. Contudo a tese de Otto hoje, seria certamente revista&amp;nbsp; este respeito, pois é o excesso de religião que causa arrepio diante da&amp;nbsp;sociedade, e ficamos sem respostas&amp;nbsp;a dar&amp;nbsp;para&amp;nbsp;as perguntas existenciais, morais entre outras, levantadas pela mesma sociedade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Crescemos quantitativamente no Brasil, como nenhuma outra instituição do mundo capitalisma cresce. Evangélicos no Brasil crescem em ritmo maior que&amp;nbsp;o da&amp;nbsp;Economia Chinesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O&amp;nbsp;número de fiéis que&amp;nbsp;acrescem&amp;nbsp;à Igreja, inveja&amp;nbsp;aos mais argutos empresários. Sem contar nas milhares de possibilidades de negócios que economia torna&amp;nbsp;os evangélicos. Além desta questão dos negócios,&amp;nbsp;os estudiosos do Marketing e da Administração estudam uma teoria de conhecimento entre os&amp;nbsp;líderes e Igrejas, com intuito de apreender e aprender neles (as) e com eles (as),&amp;nbsp;a fim de&amp;nbsp;racionalizarem (explicarem) a razão&amp;nbsp;do&amp;nbsp; tamanho&amp;nbsp;sucesso&amp;nbsp;e&amp;nbsp;crescimento de Igrejas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Contudo, por que a criminalidade não diminui, as fofocas, as mentiras, as invejas, as injustiças, as corrupções?&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Sal somente serve para dar sabor, se for ísipdo (sem sabor) deve ser lançado fóra.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os números de crentes mesmo que&amp;nbsp;aumente a cada dia, não consegue derrubar os números da iniquídade.&amp;nbsp;Por exemplo os&amp;nbsp;evangélicos se multiplicam,&amp;nbsp;mas a corrupção não diminui na sociedade, o índice de homicídio tão pouco cai, os novos e velhos crentes pouco fazem para diminuir ou minar as estruturas sociais pecaminosas que lançam as pessoas na miséria. Mesmo que a cada dia aumente o número de parlamentares evangélicos, a corrupção nos parlamentos não retrocede. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Trabalhei algum tempo com moradores de rua e posso afirmar com certeza,&amp;nbsp;tenho visto pouco dos cristãos em&amp;nbsp;ajudar essas pessoas. Moradores&amp;nbsp;de rua&amp;nbsp;têm&amp;nbsp;vidas e famílias destruídas; a maioria dessas pessoas têm casa&amp;nbsp;e família em algum lugar,&amp;nbsp;mas não conseguem olhar para o passado, superá-lo e voltar a viver junto&amp;nbsp;as suas famílias. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Falta-lhes auto-estima e&amp;nbsp;um programa que os ajude a resgatar esta auto-estima. Não é&amp;nbsp;pôr apenas&amp;nbsp;dinheiro, mas pessoas treinadas na labuta diária,&amp;nbsp;nas lutas da vida,&amp;nbsp;e que sejam capazes de doar os ouvídos pacientemente para&amp;nbsp;ouvír as suas queixas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao ouvir alguém simplesmente, dando-lhes a oportunidade de confessarem e reconhecerem os seus próprios erros. Tudo isto&amp;nbsp;sem humilhá-los, ouvindo-os&amp;nbsp;com a dignidade de serem seres-humanos igual a nós, como qualquer um de nós.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aliás, tenho presenciado casos que apontam&amp;nbsp;o contrário da caridade nos arraiais pentecostais em que convivo,&amp;nbsp;há&amp;nbsp;líderes de Igrejas&amp;nbsp;e crentes que&amp;nbsp;torcem contra e até&amp;nbsp;tentam&amp;nbsp;atrapalhar tais ações humanitárias.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bem , não sei se sou pessimista ou se isto é uma realidade passageira&amp;nbsp;da Igreja brasileira! Uma Igreja fraca, que muitas vezes, tive a oportunidade&amp;nbsp;de ouvir com tristeza&amp;nbsp;da boca de sua líderança, de&amp;nbsp;sermos uma Igreja superior as demais,&amp;nbsp;mais sadia até que as dos nossos irmãos do Norte da América.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me parece que não temos muito o que comemorar na Igreja pentecostal no Brasil em relação às Igrejas dos Estados Unidos da América. Somos tão iguais ou&amp;nbsp;até pióres do que aqueles. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás,&amp;nbsp;será&amp;nbsp;que não&amp;nbsp;somos uma sombra,&amp;nbsp;um reflexo, um espelho de nossos irmãos e Igrejas do Norte&amp;nbsp;da America? De onde vieram os missionários que primeiro colonizaram a fé protestante e pentecostal no Brasil? Não é dos movimentos de Avivamento dos Estados Unidos? Vai ver somos apenas uma extensão de nós mesmos nos Estados Unidos da América!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Que Deus tenha Misericórdia de nós!&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1906175213635147875-1206101088349138115?l=pastoralexandrechaves.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/feeds/1206101088349138115/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/2011/01/novas-tedencias-no-cristianismo.html#comment-form' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1906175213635147875/posts/default/1206101088349138115'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1906175213635147875/posts/default/1206101088349138115'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/2011/01/novas-tedencias-no-cristianismo.html' title='Novas tendências no Cristianismo! Novas tendências nas Assembléias de Deus!'/><author><name>Alexandre Chaves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10679415574057997154</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_DQ7N3A0Qt24/TRxmRdF3NEI/AAAAAAAAAJs/oYN-T7DCQLY/S220/DSC03679.JPG'/></author><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1906175213635147875.post-6807806847177718197</id><published>2010-12-30T11:39:00.000-02:00</published><updated>2011-10-29T17:09:27.527-02:00</updated><title type='text'>O VOTO ÉTICO E A ÉTICA DO VOTO!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Os dez mandamentos do voto ético!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: navy; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Conseguir benefícios para a igreja, como a doação de terrenos para exemplos; ter linhas especiais de crédito bancário; obter concessões de rádios e TVs; ter tratamento especial perante a lei... Esses são apenas alguns tipos de barganha, "acertos", acordos e composições de interesse que costumam ocorrer nos bastidores em épocas de campanhas eleitorais, envolvendo também políticos e candidatos evangélicos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Mas, no que depender da AEVB - Associação Evangélica Brasileira, os candidatos que costumam ter esse tipo de comportamento não terão o voto dos fiéis. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;A cartilha não condena apenas o "jeitinho brasileiro" de conseguir benefícios, mas também a utilização do púlpito das igrejas como "palanque" eleitoral. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Segundo o Diretor Executivo da AEVB, Pr. Luiz Mattos, "o eleitor evangélico não pode ser constrangido a votar de acordo com o que diz o seu pastor, por exemplo. O pastor deve ser obedecido em tudo aquilo que ensina sobre a Palavra de Deus, de acordo com ela. No entanto, no âmbito político-partidário, a opinião do pastor deve ser ouvida apenas como a palavra de um cidadão, e não como uma profecia divina". &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;E acrescenta mais um dos "mandamentos": "Um político de fé evangélica tem de ser, sobretudo, um evangélico na política e não apenas um 'despachante' de igrejas".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Com este Decálogo Evangélico (os "dez mandamentos") do voto ético e lúcido, a AEvB espera contribuir para um processo eleitoral no qual o voto evangélico não seja manipulado, como muitas vezes já o foi, mas usado com consciência e objetividade para o bem do Brasil. Considerando que os evangélicos são um dos mais expressivos segmentos da população, a AEvB, reunida em Conferência com Igrejas, Missões e Instituições, julgou indispensável trazer sua contribuição informativa e formativa à comunidade religiosa a ela vinculada, na intenção de que, assim fazendo, ajude a igreja a amadurecer no exercício da sua cidadania política.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Eis aqui alguns balizamentos fundamentais sobre o uso ético do voto evangélico, conforme o sumário de propostas defendidas na Conferência da AEVB:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;I. O voto é intransferível e inegociável. Com ele o cristão expressa sua consciência como cidadão. Por isso, o voto precisa refletir a compreensão que o cristão tem de seu País, Estado e Município;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;II. O cristão não deve violar a sua consciência política. Ele não deve negar sua maneira de ver a realidade social, mesmo que um líder da igreja tente conduzir o voto da comunidade noutra direção;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;III. Os pastores e líderes têm obrigação de orientar os fiéis sobre como votar com ética e com discernimento. No entanto, a bem de sua credibilidade, o pastor evitará transformar o processo de elucidação política num projeto de manipulação e indução político partidário;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;IV. Os líderes evangélicos devem ser lúcidos e democráticos. Portanto, melhor do que indicar em quem a comunidade deve votar é organizar debates multipartidários, nos quais, simultânea ou alternadamente, representantes das correntes partidárias possam ser ouvidos sem preconceitos;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;V. A diversidade social, econômica e ideológica que caracteriza a igreja evangélica no Brasil impõe que não sejam conduzidos processos de apoio a candidatos ou partidos dentro da igreja, sob pena de constranger os eleitores (o que é criminoso) e de dividir a comunidade;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;VI. Nenhum cristão deve se sentir obrigado a votar em um candidato pelo simples fato de ele se confessar cristão evangélico. Antes disso, os evangélicos devem discernir se os candidatos ditos cristãos são pessoas lúcidas e comprometidos com as causas de justiça e da verdade. E mais: é fundamental que o candidato evangélico queira se eleger para propósitos maiores do que apenas defender os interesses imediatos de um grupo religioso ou de uma denominação evangélica. É óbvio que a igreja tem interesses que passam também pela dimensão político-institucional. Todavia, é mesquinho e pequeno demais pretender eleger alguém apenas para defender interesses restritos às causas temporais da igreja. Um político de fé evangélica tem que ser, sobretudo, um evangélico na política e não apenas um "despachante" de igrejas. Ao defender os direitos universais do homem, a democracia, o estado leigo, entre outras conquistas, o cristão estará defendendo a Igreja.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;VII. Os fins não justificam os meios. Portanto, o eleitor cristão não deve jamais aceitar a desculpa de que um evangélico político votou de determinada maneira porque obteve a promessa de que, em assim fazendo, conseguiria alguns benefícios para a igreja, sejam rádios, concessões de TV, terrenos para templos, linhas de crédito bancário, propriedades, tratamento especial perante a lei ou outros "trocos", ainda que menores. Conquanto todos assumamos que nos bastidores da política haja acordos e composições de interesse, não se pode, entretanto, admitir que tais "acertos" impliquem na prostituição da consciência cristã, mesmo que a "recompensa" seja, aparentemente, muito boa para a expansão da causa evangélica. Jesus Cristo não aceitou ganhar os "reinos deste mundo" por quaisquer meios, Ele preferiu o caminho da cruz.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;VIII. Os votos para Presidente da República e para cargos majoritários devem, sobretudo, basear-se em programas de governo, e no conjunto das forças partidárias por detrás de tais candidaturas que, no Brasil, são, em extremo, determinantes; não em função de "boatos" do tipo: "O candidato tal é ateu"; ou: "O fulano vai fechar as igrejas"; ou: "O sicrano não vai dar nada para os evangélicos"; ou ainda: "O beltrano é bom porque dará muito para os evangélicos". É bom saber que a Constituição do país não dá a quem quer que seja o poder de limitar a liberdade religiosa de qualquer grupo. Além disso, é válido observar que aqueles que espalham tais boatos, quase sempre, têm a intenção de induzir os votos dos eleitores assustados e impressionados, na direção de um candidato com o qual estejam comprometidos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;IX. Sempre que um eleitor evangélico estiver diante de um impasse do tipo: "o candidato evangélico é ótimo, mas seu partido não é o que eu gosto", é compreensível que dê um "voto de confiança" a esse irmão na fé, desde que ele tenha as qualificações para o cargo. Entretanto, é de bom alvitre considerar que ninguém atua sozinho, por melhor que seja o irmão, em questão, ele dificilmente transcenderá a agremiação política de que é membro, ou as forças políticas que o apóiem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;X. Nenhum eleitor evangélico deve se sentir culpado por ter opinião política diferente da de seu pastor ou líder espiritual. O pastor deve ser obedecido em tudo aquilo que ensina sobre a Palavra de Deus, de acordo com ela. No entanto, no âmbito político-partidário, a opinião do pastor deve ser ouvida apenas como a palavra de um cidadão, e não como uma profecia divina.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: x-small;"&gt;Associação Evangélica Brasileira&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: x-small;"&gt;Fonte: http://www.ultimato.com.br/&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;﻿&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1906175213635147875-6807806847177718197?l=pastoralexandrechaves.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/feeds/6807806847177718197/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/2010/12/os-dez-mandamentos-do-voto-etico.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1906175213635147875/posts/default/6807806847177718197'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1906175213635147875/posts/default/6807806847177718197'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/2010/12/os-dez-mandamentos-do-voto-etico.html' title='O VOTO ÉTICO E A ÉTICA DO VOTO!'/><author><name>Alexandre Chaves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10679415574057997154</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_DQ7N3A0Qt24/TRxmRdF3NEI/AAAAAAAAAJs/oYN-T7DCQLY/S220/DSC03679.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1906175213635147875.post-1790252701945048619</id><published>2010-12-24T14:22:00.010-02:00</published><updated>2011-11-16T18:17:59.748-02:00</updated><title type='text'>Quando Jesus Cristo Nasceu, trouxe um novo tempo de comunhão com os seres humanos!!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando Jesus Cristo nasceu, há cerca de 2010 anos atrás, o propósito de sua vinda fôra comunicado por um Anjo, à mãe de nosso Senhor, à Maria, isto ocorreu antes do nascimento da criança, mas logo após o nascimento do menino&amp;nbsp;um coral de Anjos acresceu a humanidade os resultados que decorriam ao mundo por conta de sua recém chegada entre os homens.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O primeiro Anjo, o que anunciou à Maria, afirmara que o propósito de sua vinda era primordialmente de libertar a humanidade de seus pecados, além de com este propósito, restaurar a primeira comunhão que existira um dia, lá no Jardim do Édem, entre Deus e o Homem. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;A expressão do Anjo à Maria foi: "...conceberá e darás luz à um filho, e chamá-lo-ão pelo nome de Emanuel, que traduzido é: Deus conosco" (Mateus&amp;nbsp; capítulo 1 e versículo 23).&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em outra passagem o Anjo afirma:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;"...Eis que vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo" (Lucas capítulo 2&amp;nbsp; versículo 10).&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O nascimento de Jesus anunciou uma nova era de relações dentre Deus e Homem. Deus estando presente na história da humanidade, contudo somente participa da&amp;nbsp;história de cada indivíduo na humanidade, se por estes for provocado através de atos de boa vontade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Observemos esta outra passagem da narrativa do evangelista Lucas, onde num segundo momento, concomitante ao anterior já descrito acima, os Anjos participam do anuncio dos desdobramentos da vinda do Salvador:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;"Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens" (Lucas capítulo 2 e versículos 13 e 14).&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neste momento da narrativa percebemos o quanto Deus estava preocupado em cumprir um papel determinante na história da humanidade. Um Deus que&amp;nbsp;é sempre Imanente (&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;capacidade de estar presente na criação&lt;/span&gt;), embora carregue consigo&amp;nbsp;sua transcendência (&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;capacidade de se distinguir e&amp;nbsp;estar acima da criação&lt;/span&gt;), Ele nunca&amp;nbsp; nos abandonou a própria sorte . Acredite!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que aquela multidão de Anjos, como um grande coral&amp;nbsp; queria nos avisar? Anunciavam que Deus estava estabelecendo uma nova era (tempo)&amp;nbsp;de comunhão e paz, saúde e alegria, vida e amor. Que aos homens, seriam lhes dado boa vontade para evitarem os conflitos; eles teriam condições de&amp;nbsp;abrirem mão&amp;nbsp;de reivindicar&amp;nbsp;direritos individuais em prol do coletivo. E, que aos mais fracos seriam-lhes concedido o direito de serem ouvidos, além&amp;nbsp;do&amp;nbsp;que os mais fortes poderiam&amp;nbsp;exercer maior tolerância.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deus anunciava através das vozes angelicais e celeste, um novo tempo à humanidade, não era mais o &lt;em&gt;chronos&lt;/em&gt; dos Gregos (&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;tempo capaz de ser medido&lt;/span&gt;), mas um um novo tempo, um &lt;em&gt;kairós&lt;/em&gt; (&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;tempo de qualidade, tempo&amp;nbsp;completo, tempo não medido, tempo perfeito&lt;/span&gt;). Era um novo momento, um tempo em que Deus estava com os homens, a fim de produzir boa vontade&amp;nbsp;em seus corações.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Façamos todos proveito deste tempo de boa vontade, a fim de perdoar-nos pelos erros que cometemos uns contra os outros neste ano de 2010. Busquemos a paz verdadeira para as nossas vidas; deixemos a mesquinhez de um coração que pede vingança e recompensa, por uma suposta "direito individual", deixemos de lado a mágoa, a tristeza, coisas que vêm&amp;nbsp;bem lá de atrás, do passado,&amp;nbsp;e que&amp;nbsp;nos afligi. Deixemos as mágoas e tristezas no lugar de onde jamais deveriam ter aparecido,&amp;nbsp;no passado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em nosso futuro haverá lugar apenas a&amp;nbsp;um novo tipo de&amp;nbsp;homem e&amp;nbsp;de mulher, àqueles que&amp;nbsp;marcados por atos capazes de provocar boa vontade nos outros, superem o passado. Um novo tipo de ser-humano, não&amp;nbsp;o super-homem de Niesztsche, mas um homem&amp;nbsp;e mulher que se tornam capazes de reconhecer que possuem fraquezas e limitações, e que em humildade, aceitam que somente se completam e se complementam no outro, no próximo,&amp;nbsp;que é o&amp;nbsp;seu irmão (ã). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O futuro pertence àqueles que conseguem olhar e enxergar no outro um espelho de si mesmo. Um espelho que reflete ele mesmo no rosto e nos atos dos outros, sejam atos bons ou maus. O mundo somente poderá se tornar melhor se enxergarmos no outro àquilo que podemos melhorar em nós, sem contudo condená-lo, mas amando-o como ele é, pois nada mais é do que o que nós ajudamos a construir sobre ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim são as crianças pobres, os marginalizados,&amp;nbsp;os sem tetos, sem terras, os ladrões corruptos, políticos desonestos,&amp;nbsp;os condenados&amp;nbsp;em prisões, moradores de rua, desnutridos, os que vivem na miséria, àqueles poucos quem têm tanto que sobejam em suas mesas, em nem mesmo a porção dos cachorrinhos deitam aos que os rodeiam e esperam cair migalhas de suas&amp;nbsp;mesas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos estes são reflexos do que somos, egoísmo, vaidades, mentiras, ódio, individualidade, mal caráter etc. Somente poderemos ser, fazer e vivermos a diferença, se aceitarmo de Jesus Cristo ajuda, rogarmos ao Senhor que nos dê BOA VONTADE PARA COM OS HOMENS!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Um feliz Natal e um Ano próspero e Feliz a todos os meus amigos e irmãos que me acompanham no Blog, na Igreja e na Vida!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Desejo&amp;nbsp; à todos e as suas famílias o amor, a alegria, a paz e principalmente a Graça que emana de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pastor Alexandre da Silva Chaves&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1906175213635147875-1790252701945048619?l=pastoralexandrechaves.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/feeds/1790252701945048619/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/2010/12/quando-jesus-cristo-nasceu-trouxe-uma.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1906175213635147875/posts/default/1790252701945048619'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1906175213635147875/posts/default/1790252701945048619'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/2010/12/quando-jesus-cristo-nasceu-trouxe-uma.html' title='Quando Jesus Cristo Nasceu, trouxe um novo tempo de comunhão com os seres humanos!!'/><author><name>Alexandre Chaves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10679415574057997154</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_DQ7N3A0Qt24/TRxmRdF3NEI/AAAAAAAAAJs/oYN-T7DCQLY/S220/DSC03679.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1906175213635147875.post-717188555792454174</id><published>2010-11-15T11:34:00.004-02:00</published><updated>2011-10-29T17:07:33.116-02:00</updated><title type='text'>Quando o povo não é mais pastoreado, o rebanho é levado ao cativeiro!!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lembrem-se amigos, que&amp;nbsp;um dos momentos mais difíceis de Israel, foi quando eles estavam exatamente retornando pra casa, após anos de aprendizado por causa da rebeldia e desobediência que estavam arraigadas em seus corações. Lhes consumia olhar para as ruinas que ficaram as cidades e as casa que lhes pertenciam, somente por causa de suas arrogâncias, vaidades e desobediências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que estava lhes ocorrendo? Literalmente voltavam pra casa;&amp;nbsp;a casa que Deus havia lhes dado,&amp;nbsp;a casa que &amp;nbsp;o próprio Deus&amp;nbsp;havia destruído. Voltavam na verdade para&amp;nbsp; as suas memórias, faziam introspecções, lembravam-se apenas dos bons momentos que lhes restavam. O resto era somente ruína. &lt;br /&gt;O que sobreu de um Israel que viveu os dias que antecederam o exílio, um Israel que já vinha sendo mal pastoreado pelos seus líderes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Antes do cativeiro, o&amp;nbsp;seu povo não mais&amp;nbsp;utilizava o templo como a casa de Deus (&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Javé&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;), mas como a casa do deus que&amp;nbsp;cada um construia para si mesmo.&amp;nbsp; O "deus" dos filhos de Israel era a imagem e semelhança do próprio indivíduo que o construia. Era uam espécie de espelho, imagem de si mesmo. Puro narcisismo, fonte dos próprios interesses.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Um deus de acordo com a conduta que cada um queria ter e gozar. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As pessoas passaram a agir e a justificar tais ações no templo, por meio de sacrifícios que validavam as suas condutas, não menos os sacerdotes, os quais vendidos, faziam de tudo para agradar aqueles dentre o povo&amp;nbsp;que pagavam mais, criando um sistema corrupto e injusto, aonde receberia mais perdão, vida e bênção os que poderiam sustentar melhor a conduta do sacerdote. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Não era mais a palavra de Deus quem determinava o sentido da vida de cada um, mas os interesses individuais do povo e do sacerdócio. Todos se corrompiam.&amp;nbsp;Isto dificultou bastante as coisas para o povo de Deus. Coisas que acontecem muito semelhante aos dias atuais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #990000;"&gt;O&amp;nbsp;resultado de um povo mal pastoreado é o sofrimento inglória do rebanho&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O povo&amp;nbsp;foi removido de sua terra, perdeu momentaneamente a sua herança, escravizados pelos Caldeus-Babilônios, reescravizado pelos&amp;nbsp;líderes do Império Médio-Persa, e somente depois de cerca de 70 anos passados de aprendizados voltaram para os seus domínios. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No caminho uma verdadeira demonstração de arrependimento no que cantavam (&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;em&gt;leiam dos Salmos 120 à 134&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;). Neste momento, observaremos apenas as palavras do povo no cântico 126, o que já&amp;nbsp;nos demonstra um verdadeiro caminho de retorno&amp;nbsp;e reconhecimento da Soberania de Deus, além de a uma profunda revisão de uma vida de humildade e&amp;nbsp; de dependência ao Criador.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;1-Quando o Senhor trouxe do cativeiro os que voltaram a Sião, estávamos como os que sonham.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;2-Então, a nossa boca se encheu de riso, e a nossa língua, de cânticos; então, se dizia entre as nações: Grandes coisas fez o Senhor a estes.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;3-Grandes coisas fez o Senhor por nós, e, por isso, estamos alegres.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;4-Faze-nos regressar outra vez do cativeiro, Senhor, como as correntes do Sul.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;5-Os que semeiam com lágrimas segarão com alegria.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;6-Aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará, sem dúvida, com alegria, trazendo consigo os seus molhos.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Meditemos nestas palavras, e que o Senhor nos livre, de nestes dias, continuarmos a história ruim que Israel também começou, que por conta de&amp;nbsp;interesses particulares e obtusos ao de Deus, o povo e os sacerdotes negligenciaram o verdadeiro sentido de servir e de adorar ao Senhor. Tudo isto&amp;nbsp;em troca de um suposto sucesso imediato&amp;nbsp;em suas histórias; coisas semelhantes ao que a Igreja vem fazendo nestes últimos dias. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foram diversos acordos com vizinhos, reis pagãos e povos iníquos, além de acordos internos que favoreceram um determinada elite, contrariando o interesse geral da congregação, levando o povo a obstinação, ao desespero ao conflito, e por fim ao exílio.&amp;nbsp;Tal atitude custou-lhes 70 anos de cativeiro. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;A Igreja tem se tornado, e principalmente seus sacerdotes, como uma prostituta, que&amp;nbsp;acena sempre para quem paga melhor. A verdadeira igreja de Jesus Cristo está sofrendo no meio de tudo isto.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje, penso,&amp;nbsp;&amp;nbsp;que&amp;nbsp;a Igreja está em situação semelhante a de Israel. Flerta com os deuses da teologia da prosperidade, servi a um triunfalismo anti-cristão. Se preocupa em construir templos palácios como o de Salomão. Que mais causou prejuízo e&amp;nbsp;empobrecimento da nação e do povo, do que trouxe grandes benefícios. Tanto é que o próprio dízimo perdeu sua principal dimensão que era a dimensão social. Ajudar o pobre, a viúva, necessitado, o&amp;nbsp;órfão, o estrangeiro. Além de ajudar no sustento do sacerdote e do templo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Igreja hoje, negocia os valores do Reino por micharias, principalmente em tempos como o recente&amp;nbsp;de eleições nacionais, piora nas eleições municipais;&amp;nbsp;onde as adesões ou criticas a candidatos, atendem uma lógica&amp;nbsp;da&amp;nbsp;maior vantagem aos nossos sacerdotes, conduzindo cada vez mais o rebanho(&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;em&gt;membros&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;)&amp;nbsp;&amp;nbsp;à mentira. Não existindo uma&amp;nbsp;proposta de libertação e conscíência política do rebanho, antes é de pura alienação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje alguns pastores&amp;nbsp;são capazes de criticar&amp;nbsp;as suas ovelhas (&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;em&gt;membro&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;)&amp;nbsp;porque não fizeram opção de voto em seus candidatos chamados de&amp;nbsp;"crentes". Se porventura algum membro da comunidade de crentes,&amp;nbsp;por&amp;nbsp;consciência política individual, optar por outro candidato de fóra dos "&lt;em&gt;arraiais&lt;/em&gt;"&amp;nbsp;ainda mais se o candidato não vier a ser um também "crente", ele sofrerá possivelmente críticas e preconceito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se um membro&amp;nbsp;tiver consciência política e também desejar ser um candidato, mesmo s a constituição&amp;nbsp;em seu artigo 5°, lhe garanta os seus direitos individuais,&amp;nbsp;contraria os interesses de supostas comissões políticas da Igreja, que decidem arbitrariamente o que é "melhor" para o rebanho. Um&amp;nbsp;retorno&amp;nbsp;ao período medieval,&amp;nbsp;do coronelismo, só que agora é medieval e coronelismo evangélico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Vivemos tempos em que estamos sendo novamente conduzidos à um novo cativeiro.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, não são apenas os nossos líderes que conduzem o nosso povo ao cativeiro, o próprio povo hoje, como nos dias do profeta Jeremias, tampa os ouvidos para não ouvir a voz verdadeiramente profética de Deus à sua Igreja.&lt;br /&gt;Proporcionalmente o rebanho é cada vez mais arrastado ao&amp;nbsp;cativeiro, semelhante a Israel. São mentiras que vão sendo contados em cima de púlpitos, em&amp;nbsp;corredores de igrejas, em mídias das mais diversas, em panfletos e em programções&amp;nbsp;Institucionais. Tudo isto, alienando ainda mais o rebanho da verdade, além de&amp;nbsp;conduzi-los&amp;nbsp;à labirintos de mentiras e falsidades, confundindo ideologias pollíticas com interesses particulares. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é a ideologia comunista, socialista, liberal ou capitalista que está em voga, colocando em risco as nossas vidas. São&amp;nbsp;os programas institucionais,&amp;nbsp;o que&amp;nbsp;é mais importante. Hoje, são o que os nossos sacerdotes (&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;em parte&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;) estão preocupados, que ´o importante. O que ilustra o ue estou dizendo é puro pragmatismo, veja o&amp;nbsp;seguinte slogan de alguns líderes: " &lt;em&gt;O que eu ganho com isto?&lt;/em&gt;". Não se importa mais&amp;nbsp; o&amp;nbsp;que o povo, seja ele&amp;nbsp;cristão ou não, está ganhando com isto (&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;determinada decisão ou atitude&lt;/span&gt;).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;Muitas das nossas atitudes custarão&amp;nbsp;anos de cativeiro à Igreja. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;A igreja e seus sacerdotes, os que a representam (&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;maioria&lt;/span&gt;), em alguns momentos, não têm se tornado&amp;nbsp;instrumentos eficazes na luta contra os pecados estruturais que são impostos por nossos governantes na sociedade, muito pelo contrário, tê se assemelhado ao sistema. Um exemplo do que estou argumentando é que&amp;nbsp;quando alguns políticos pagam, obtém de&amp;nbsp;nossos sacerdotes o&amp;nbsp;aceno&amp;nbsp;favoravel às idéias mais absurdas que existem e&amp;nbsp;aos pecados mais descarados que já vimos na sociedade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Percebam que muitos pastores, que pretensamente defenderam a igreja nas campanhas políticas, saíram dela (campanha), com os bolsos bem&amp;nbsp;mais cheio. Muitos negociaram carros em campanhas, pagaram seus carnês de prestações. Lucraram de dois ou mais candidatos, e enquanto numa igreja anunciavam que trabalhavam para uma determinada pessoa, e que esta&amp;nbsp;pessoa como&amp;nbsp;candidato era uma bênção; em outro local&amp;nbsp;defendia e pregava o voto a um&amp;nbsp;outro candidato. No final, ganhavam valores&amp;nbsp;dos dois ou mais que apoiaram, sem que um ou outro soubesse disto. &lt;br /&gt;Isto é um modo cristão de conduzir o rebanho? Com certeza isto não é um bom exemplo que um pastor dará ao seu rebanho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Façam um pouquinho mais de esforço, para perceber que não está se tratando de Deus querer&amp;nbsp;algumas coisas, mas muito mais de "meus" interesses versus o de alguém. Que Deus tenha misericórdia de mim. Pois sempre peço ousadia a Deus para poder falar e não temer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que alguns amigos pastores, ainda agucem o sentido bíblico de ser cristão&amp;nbsp;em vossas mentes, que possam olhar para tudo isto e enxergar a parte que lhes competem em renúnciar ao pecado que consome as nossas Igrejas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Denúnciem isto, gritem, preguem, mas se não tiverem oportunidade, ensinem os vossos filhos, esposas, maridos, amigos, e vivam de modo diferente. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aprendi com o Pastor de origem alemã, Dietrich Bonhoeffer, que a melhor maneira de falar alguma coisa à uma igreja, cuja liderança está se corrompendo é se submetendo a palavra de Deus e resistindo a tentação de deixar de se igual a Cristo, por causa&amp;nbsp;dos interesses&amp;nbsp;institucionais.&amp;nbsp;Ainda que isto nos custe a própria vida, cargos, amigos etc. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Que Deus tenha misericórdia de cada um de nós.﻿&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1906175213635147875-717188555792454174?l=pastoralexandrechaves.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/feeds/717188555792454174/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/2010/11/quando-o-povo-nao-e-mais-pastoreado-o.html#comment-form' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1906175213635147875/posts/default/717188555792454174'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1906175213635147875/posts/default/717188555792454174'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/2010/11/quando-o-povo-nao-e-mais-pastoreado-o.html' title='Quando o povo não é mais pastoreado, o rebanho é levado ao cativeiro!!'/><author><name>Alexandre Chaves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10679415574057997154</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_DQ7N3A0Qt24/TRxmRdF3NEI/AAAAAAAAAJs/oYN-T7DCQLY/S220/DSC03679.JPG'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1906175213635147875.post-1097263429017764549</id><published>2010-01-04T22:48:00.006-02:00</published><updated>2011-10-29T16:54:59.720-02:00</updated><title type='text'>Reflexões sobre a Igreja Pentecostal de Atos dos Apóstolos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Santa Ceia, que também é denominada de e&lt;em&gt;ucaristia &lt;/em&gt;desde a igreja primitiva, tem se tornado celebração de "comunhão" entre muitos irmãos na modernidade, mero ritual da igreja; ela que sempre foi postulada como fator de inclusão no corpo de Cristo e dele expressão de verdadeira comunhão, passou a celebrar a exclusão dos mais fracos, além de impossibilitar os mais pobres de chegarem à mesa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O teólogo Ivo Storniolo, afirma baseado na leitura de Atos dos Apóstolos capítulo 2 e versos 42-47, que a igreja primitiva celebrava a ceia diariamente de casa em casa, era parte, o que conferia em parte a instituição de uma refeição comunitária onde as exigências fundamentais para a sua realização era apenas a existência de alegria e de simplicidade de coração (1993, p.45), tal evento era capaz de possibilitar a oportunidade dos diferentes se assentarem juntos, fazendo-os refletir sobre suas semelhanças; sendo que, o rico poderia se assentar junto com o pobre, o escravo junto ao seu senhor, o doente com o que estava são, o desempregado com o agricultor etc. (1993, p. 46). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“A &lt;em&gt;eucaristia&lt;/em&gt; se tornava o anúncio profético de uma humanidade reconciliada” (p.46), exaltando desta forma o maior de todos os dons (1 Cor. 13), que era o amor. O teólogo José Comblin utiliza parte para uma metáfora dentro do contexto latino-americano, e afirma que tal comunhão poderia ser cumprida se os grandes latifundiários de nosso país se assentassem à mesa em associação com mendigos e pobres camponeses (1988, p.31); e que ricos e pobres poderem comer na mesma mesa era fenômeno fora do comum para aquela época, pois as assembléias foram feitas para os cidadãos das polis (cidades), onde geralmente&amp;nbsp;eram os mais privilegiados e abastados que participavam. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma das maiores realizações pentecostais da Bíblia está localizada em Atos dos Apóstolos capítulo 2, e isto não era a &lt;em&gt;glossolalia&lt;/em&gt; (falar em línguas), mas a nascente fonte de amor produzida pelo Espírito no coração daqueles cristãos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A presença do Espírito Santo produziu naquelas pessoas algo mais nobre do que o falar em línguas diferentes da dos nativos, isto quer dizer que foram capacitados a fim de terem tanto os bens mais caros à época tal&amp;nbsp;como propriedades, assim como os mais simples, tal como o pão diário, de maneira comum. Isto era característica do pentecostalismo de Atos,&amp;nbsp;prática que&amp;nbsp;está se tornando rara entre pentecostais&amp;nbsp;da atualidade&amp;nbsp;(GOURGUES, 1990, p.54-62). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Para aqueles pentecostais “tudo era comum entre eles”; &lt;em&gt;tei koinonia&lt;/em&gt; = comunhão fraterna At. 2. 42, e tudo lhes era comum = &lt;em&gt;koina&lt;/em&gt; v.44, entre eles existia uma&amp;nbsp;comunhão de família, de sorte que todas as coisas eram comum entre eles, não havia um único dono, tudo era dividido comunalmente entre os irmãos, até o pão era partido pelas casas &lt;em&gt;klontes arton&lt;/em&gt;, o que indica que além de dividir a alimentação diária, a realização da Santa Ceia provocava a comunhão do espaço das moradias que serviam de refúgio para os irmãos mais necessitados. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A igreja pentecostal primitiva foi marcada pelo estilo de vida comunitária e as suas principais características eram vida de comunhão na comunidade pela oração, submissão consciente a doutrina, o partilhar do pão e dos lares com os menos afortunados, tudo isto acontecia conforme Atos 2. 42-47, (V.V; A.A, 1993, p.46-48). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O capelão da coroa inglesa, o&amp;nbsp;pastor John Stott, afirma que a igreja de Atos 2. 42 à 47, era uma igreja cuja expressão era expressão de amor (&lt;em&gt;agapao&lt;/em&gt;), ele a chama de “a igreja que amava” (1994, p.87), pois para Stott o testemunho perseverante da vida comunitária, que renunciava o egoísmo da individualidade, somente era possível à uma igreja que perseverasse em comunhão &lt;em&gt;koinonia&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;koinos&lt;/em&gt;. Do contrário não era possível viver uma pura comunhão.&amp;nbsp;Era uma comunhão trinitária, pois era produzida pela própria trindade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aquele tipo de comunhão, foi&amp;nbsp;comunhão produzida pelo próprio Espírito Santo&amp;nbsp;de Deus,&amp;nbsp;Ele envolvia a igreja no amor paterno de Deus (Pai), um amor&amp;nbsp;que somente pode ser alcançado pela obra de Seu Filho Jesus Cristo. Era uma reprodução um pouco mais clara da imagem de Deus no homem, a qual havia sido manchada pelo pecado,&amp;nbsp;uma imagem da comunhão trinitária que estaria sendo resgatada pela atuação do Espírito Santo sobre a humanidade caída. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Contudo é preciso uma ressalva,&amp;nbsp;na comunidade evangélica primitiva nem todos vendiam tudo que possuíam, e a prova de que nenhum membro da igreja era obrigado a vender suas propriedades, era o fato de os irmãos irem comer nessas casas, ou seja na casa de outros irmãos (STOTT, 1994, p.89). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Recapitulando,&amp;nbsp;é preciso refletir que a verdadeira comunidade pentecostal possui as marcas da igreja de Atos dos Apóstolos capítulo 2, a qual não era simplesmente o falar em outras línguas, e que tais marcas não podem ser manipuladas em favor de determinado dogma institucional (doutrina pentecostal, reformada ou etc.), ou mesmo pelo individualismo cego e egocêntrico do mundo moderno (modo de vida de acordo com&amp;nbsp;o capitalismo, visão de resultados e lucro), que é explícito principalmente em nações desenvolvidas&amp;nbsp;ou em desenvolvimento no século 21; lembrando-nos sempre, que a base pentecostal da igreja primitiva não são os sistemas econômicos modernos, comunismo ou capitalismo, mas o &lt;strong&gt;&lt;em&gt;modo comunal&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; do amor cristão vivido em sua mais alta consideração pelo próximo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Busquemos urgentemente ser uma igreja relevante para os nossos dias como afirmava Bonhoeffer, relendo e revivendo a igreja de Atos dos Apóstolos, a verdadeira igreja pentecostal,&amp;nbsp;a fim de não nos tornarmos vazios como sinos e latas que somente reproduzem sons (&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;línguas estranhas&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;)&amp;nbsp;sem significados e sem&amp;nbsp;podr de&amp;nbsp;despertar a mínima transformação no interior dos homens.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;___________________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;STOTT, John R. W. A mensagem de atos: até os confins da terra. São Paulo: ABU, 1994.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;V.V; A.A. Uma leitura dos atos dos apóstolos. 2ª ed. São Paulo: Paulinas, 1983.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GOURGUES, Michel. Atos 1-12 missão e comunidade. São Paulo: Paulinas, 1987.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COMBLIN, José. Atos dos apóstolos. Petrópolis: Vozes/São Bernardo do Campo: Metodista/ São Leopoldo: Sinodal, 1988.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;STORNIOLO, Ivo. Como ler os atos dos apóstolos. 2ª ed. São Paulo: Paulus, 1993.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1906175213635147875-1097263429017764549?l=pastoralexandrechaves.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/feeds/1097263429017764549/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/2010/01/santa-ceia-em-atos-capitulo-2-e-sua.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1906175213635147875/posts/default/1097263429017764549'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1906175213635147875/posts/default/1097263429017764549'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/2010/01/santa-ceia-em-atos-capitulo-2-e-sua.html' title='Reflexões sobre a Igreja Pentecostal de Atos dos Apóstolos'/><author><name>Alexandre Chaves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10679415574057997154</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_DQ7N3A0Qt24/TRxmRdF3NEI/AAAAAAAAAJs/oYN-T7DCQLY/S220/DSC03679.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1906175213635147875.post-6490099028679494478</id><published>2009-07-18T23:06:00.009-03:00</published><updated>2011-10-29T17:12:24.473-02:00</updated><title type='text'>A Teologia: equilibrio entre conhecimento e espiritualidade e o valor dos estudos para a comunidade da fé!</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_DQ7N3A0Qt24/Smj3VpH146I/AAAAAAAAAHs/OW4hrKnKjMc/s1600-h/PICT0025.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5361807307572634530" src="http://2.bp.blogspot.com/_DQ7N3A0Qt24/Smj3VpH146I/AAAAAAAAAHs/OW4hrKnKjMc/s200/PICT0025.JPG" style="cursor: hand; float: left; height: 150px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 200px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Discurso&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1906175213635147875#_ftn1" name="_ftnref1" style="mso-footnote-id: ftn1;" title=""&gt;[1]&lt;/a&gt; dos Formandos de Teologia da EST/Mackenzie-2º semestre de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Excelentíssimo Senhor Diretor da Escola Superior de Teologia, Professor Dr. Herminstein Maia Pereira da Costa;&lt;br /&gt;Ilustríssimo Senhor Patrono de nossa turma Professor MS. Carlos Cesar Mendes Ribeiro;&lt;br /&gt;Ilustríssimo Senhor Paraninfo, Professor MS. Silas Luiz;&lt;br /&gt;Ilustríssimas autoridades presentes e Caríssimos professores;&lt;br /&gt;Prezados funcionários do Mackenzie;&lt;br /&gt;Senhores pais, demais convidados&lt;br /&gt;Prezados colegas aqui presentes,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Devo afirmar a todos que me sinto profundamente honrado em representá-los neste ato tão cheio de emoção para todos nós.&lt;br /&gt;Apesar de sentir um estranho misto de pavor e coragem, é com determinação, alegria e disposição que participo aos presentes um pouco das angústias e alegrias que obtivemos ao longo destes 4 anos de caminhada.&lt;br /&gt;Gostaria de resgatar à nossa memória, e expor aos presentes de maneira especial, duas questões que marcaram profundamente as nossas vidas e formação.&lt;br /&gt;- A primeira questão desenvolve a discussão entre um exigente equilíbrio entre ser espiritual e o expor uma fé suficientemente inteligente.&lt;br /&gt;O teólogo Alister MacGrath, afirma, que: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;O teólogo não é alguém que se posiciona acima da comunidade de fé, e sim alguém que está profundamente envolvido em sua vida de culto, oração, adoração e evangelização (MacGrath, 2007, p. 16).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Houve um esforço contínuo de todos deste grupo em aliar a oração, a leitura da Bíblia e a prática da fé, com as duras e exigentes leituras dos textos da academia.&lt;br /&gt;Mantivemos durante estes anos, contato com a teologia evangelical, sustentando a fé viva na Palavra de Deus e Jesus Cristo como seu único Filho e Salvador. Isto nos direcionou em nossos propósitos e vidas durante este curso, não nos deixando perder os valores e os princípios que nos foram outorgados por Cristo durante nossas vidas, pois de acordo com o bispo Anglicano Robson Cavalcanti:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;...as principais características do evangelicalismo latino-americano são o uso de ferramentas das ciências sociais e a abertura para a teoria dialética, sem desprezar (...) a autoridade das Escrituras, a adoção dos credos históricos e das confissões de fé reformada em seus pontos convergentes, crença na necessidade da experiência de conversão e de uma visão missionária evangelística (Caldas Filho, 2007, p.44).&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Uma das grandes tentações que vivemos dentro da academia, é a da possibilidade de negociarmos os nossos valores e crenças fundamentais nas Escrituras em detrimento dos valores e crenças de uma cultura que é resultado de uma ciência que domina a tecnologia de uma época. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;MacGrath afirma que:&lt;/div&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;...nenhum avivamento na história jamais nasceu de um interesse renovado em teologia puramente acadêmica. (...) Teologia é o que irrompe de uma comunidade de fé autoconfiante e pensativa, refletida, e está de posse de uma visão esclarecedora sobre a razão por que ela existe e sobre o que se propõe fazer (MacGrath, 2007, p. 13).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Neste processo vêem-se mais do que uma cooperação arranjada de pontos fundamentais da fé com metodologia e valores modernos de ciência, em favor de uma pseudo-teologia acadêmica, revestida sob o pretexto de ser uma teologia bem mais acabada ou “cientificamente mais válida”. Contudo, o que percebemos é uma sutil tentativa de eliminar o elemento da fé da interpretação das Escrituras. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Rogamos Pai, que nos enviasse através de seu Filho Jesus Cristo o seu Santo Espírito e nos auxiliasse na interpretação e compreensão das Escrituras, a fim de que existisse durante estes anos, em nossa formação como teólogos, o binômio espiritualidade-racionalidade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- A segunda questão apresenta-se sobre a seguinte pergunta: Qual a relevância de se estudar teologia?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Podemos meditar nesta pergunta a partir dos termos de uma teologia comprometida com uma ação concreta, que promova a celebração do amor, da fraternidade e da comunhão com o próximo, como razão de seu serviço e como fim último a glória de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dietrich Bonhoeffer, teólogo alemão, escreveu em 18 de julho de 1944: “o cristão está desafiado a participar dos sofrimentos de Deus nas mãos de um mundo ímpio” (Brown, 1999, p. 134). &lt;/div&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;Ser um cristão não significa ser religioso d’alguma maneira específica, (...) Não é algum ato religioso que faz com que o cristão seja aquilo que é, mas, sim, a participação no sofrimento de Deus na vida do mundo (Brown, 1999, p. 136).&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;O teólogo, conforme a afirma o Prof. dr. Antônio Máspoli, precisa ser capaz de desenvolver objetivos altruístas; parafraseando o poeta e compositor Milton Nascimento, afirma: “o teólogo vai onde o povo está”. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A velha concepção de que o teólogo conhece a partir de reflexões produzidas em torres de marfim do saber teológico, ou como afirma Leonardo Boff “a partir dos Vitraux de Roma”, não tem lugar na modernidade e penso que nem mesmo serve a Igreja como comunidade da fé.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Complementando esta idéia de uma teologia que sirva a comunidade da fé, gostaria de citar mais uma vez MacGrath:&lt;/div&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Uma igreja sem nenhum senso de visão e propósito, com falta de quaisquer expectativas do que Deus poderia fazer com ela, leva inevitável e diretamente a uma teologia cansada, fora de foco e irrelevante (2007, p. 13).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;O teólogo porto-riquenho Orlando Costas, também considerou este fato:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;Porque a teologia não é um simples exercício intelectual, não é uma mera disciplina acadêmica. É da reflexão da palavra de Deus num contexto concreto e específico, que a teologia surge de, e desemboca em, o anúncio encarnado do evangelho. Sem pregação, a teologia não tem nada a dizer a igreja e carece de paixão e energia, terminando em um ativismo social barato e uma alienante torre de marfim (1982, p.8).&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Neste exercício, o teólogo elege como texto áureo de seu trabalho, as palavras do apóstolo São Paulo em 1 Coríntios capítulo 13 e versículo 1:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine (ARA, 1995).&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“O teólogo deve viver a compreensão de que o mundo amado por Deus compreende a ordem de coisas que se rebelou contra o Criador, portanto, o teólogo deve estar equipado para a solidariedade e engajamento no mundo” (Máspoli, 2007, p.33); deve manter um diálogo e uma familiaridade com os anseios, as angústias, as alegrias e os sofrimentos mais profundos do homem e da comunidade onde ele vive. Podemos recordar de um verso de uma canção de Chico Buarque de Holanda, onde afirma: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;...que se há de entender que o amor não é um ócio &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E compreender que o amor não é um vício&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O amor é sacrifício, o amor é sacerdócio,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Amar é iluminar a dor como um missionário.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;(Viver do Amor – 1ª versão).&lt;/div&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;É apenas no fazer, na ação, na prática e na aplicação do teólogo dentro da comunidade do povo de Deus, que se consuma e que se realiza o teólogo. Jesus nos afirmou que: “Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha” (MT. 7: 24ss.). &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Os fariseus não erraram ao apontar, com todo o vigor, para a necessidade da ação, mas no fato de eles próprios não chegarem ao fazer. Eles não fazem o que ensinam. Concordamos com Dietrich Bonhoeffer , pois ‘se a Escritura exige ação, ela com isso não remete o ser humano à sua própria capacidade, mas ao próprio Senhor Jesus Cristo’ que afirmou “sem mim nada podeis fazer” (Jo. 15: 5) (2005, p.29).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Enfim, aprendemos e acreditamos, durante estes 4 anos de convivência com funcionários, alunos, familiares e com as nossas próprias comunidades, que o teólogo só se faz, só se realiza quando este serve a Igreja de Jesus Cristo no mundo da nossa existência e da superação das nossas próprias fraquezas.&lt;/div&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;___________________________________________________________________&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1906175213635147875#_ftnref1" name="_ftn1" style="mso-footnote-id: ftn1;" title=""&gt;[1]&lt;/a&gt; Proferido por Alexandre da Silva Chaves, formando em Teologia do 2º Semestre – Orador da Turma&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1906175213635147875-6490099028679494478?l=pastoralexandrechaves.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/feeds/6490099028679494478/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/2009/07/teologia-equilibrio-entre-conhecimento.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1906175213635147875/posts/default/6490099028679494478'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1906175213635147875/posts/default/6490099028679494478'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pastoralexandrechaves.blogspot.com/2009/07/teologia-equilibrio-entre-conhecimento.html' title='A Teologia: equilibrio entre conhecimento e espiritualidade e o valor dos estudos para a comunidade da fé!'/><author><name>Alexandre Chaves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10679415574057997154</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_DQ7N3A0Qt24/TRxmRdF3NEI/AAAAAAAAAJs/oYN-T7DCQLY/S220/DSC03679.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_DQ7N3A0Qt24/Smj3VpH146I/AAAAAAAAAHs/OW4hrKnKjMc/s72-c/PICT0025.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry></feed>
